segunda-feira, 9 de março de 2015

O MISTERIOSO ASSASSINATO DE JOHN LENNON


Boa Noite Notívagos...A morte de John Lennon desperta muitos mistérios ate hoje, será mesmo que um livro seria capaz de induzir uma pessoa a matar alguém? O escritor J.D.Salinger é um desses excêntricos autores da literatura americana. Ele não dá entrevistas, não se deixa fotografar e passou dezenas de anos sem escrever. O Apanhador no Campo de Centeio, romance mais famoso de Salinger, retrata as dúvidas e fantasias de um adolescente de 1950. Escrito num tom lacrimoso de auto-ajuda, e talvez por isso, o livro virou cult no mundo inteiro. O curioso é que a obra foi achada na casa de dois notórios malucos: Mark Chapman, o assassino de John, foi encontrado pela polícia quando lia tranquilamente O Apanhador no Campo de Centeio. John Hincley Jr., o homem que atirou no presidente americano Ronald Reagan para supostamente chamar a atenção da atriz Judie Foster, também tinha um exemplar do livro em casa. Teóricos da conspiração acreditam que o romance é um gatilho mental para matadores pré-programados. A missão ficaria “adormecida” na mente do assassino, como uma espécie de vírus de computador psíquico, até que ele lesse o livro e acionasse a programação. A obra narra um fim de semana na vida de Holden Caulfield, jovem de 17 anos vindo de uma família abastada de Nova York. Holden, estudante de um pomposo internato para rapazes, volta para casa mais cedo no inverno depois de ter levado bomba em quase todas as matérias. Na volta para casa, ao se preparar para enfrentar o inevitável esporro da família, Holden vai refletindo sobre tudo o que viveu, repassa sua peculiar visão de mundo e tenta enxergar seu futuro. Antes de se defrontar com os pais, procura algumas pessoas importantes para si um professor, uma antiga namorada, e sua irmãzinha. E tenta lhes explicar a confusão que passa por sua cabeça. Não há nada de mais trágico, ou dramático, na história,é só um adolescente voltando para casa. A grande magia de O Apanhador é justamente ser uma história de e para adolescentes, e não meramente um livro "recomendado para leitores em idade escolar". Foi à primeira vez na literatura americana, que o universo dos jovens foi estudado a fundo e exposto de maneira absolutamente natural, sem nenhuma pretensão ou didatismo. As ideias, conceitos, bobeiras, burrices...toda a loucura de ser jovem, nunca tinha sido traduzida de uma maneira tão profundamente com a realidade.

 
J.D.Salinger foi um desses eremitas excêntricos da literatura. Teve uma vida reclusa que se intensificou nos últimos anos. Faleceu em 27 de janeiro de 2010 de causas naturais. Mesmo jurado de morte na prisão, Mark David Chapman recusa a liberdade condicional. É ele o autor do disparo que matou o ex-Beatle John Lennon, em 1980. Nas mãos do assassino, um exemplar de O apanhador no campo de centeio. Teria sido o personagem do livro que segundo ele o inspirou a cometer o crime. “Grande parte de mim é Holden Caulfield. Outra parte deve ser o demônio”, contou à polícia. Apesar de Chapman ter culpado parte do romance pelo sangue derramado, a rebeldia inaugurada na narrativa de Salinger está longe de estimular a barbárie. Logo após a morte de Lennon, as vendas do clássico dispararam, até firmar-se como best-seller e leitura obrigatória. Todo mundo queria saber quem era Holden Caulfield. O que tinha de tão curioso a ponto de inspirar um assassino? O personagem é um simples adolescente de 17 anos, recém-expulso do colégio por mau desempenho. É depressivo, mente e sofre com a própria instabilidade emocional. Tão inocente quanto as brigas nas quais se envolve. Alimenta afetos e ódios. Não tem sonhos concretos, nem planos para o futuro. Apenas vontades passageiras. Tudo o deprime, estado que alimenta ainda mais sua rebeldia. Os teóricos de conspirações acreditam que a CIA estivesse envolvida no caso Lennon e Reagan. Essas teorias acusam a CIA de ser a responsável por programar a mente de Mark Chapman e John Hinckley Jr.. Na década de 70 Lennon se tornou o mais influente ativista anti guerra. Era o ativista mais perigoso do ponto de vista americano, por causa da grande visibilidade que sua figura representava. A vigilância do governo americano, começaram a prestar atenção a Lennon em 1971, quando ele realizou o concerto Free John Now Rally, pela libertação do poeta e ativista político americano John Sinclair, preso por porte de maconha. Até 1976, a vida do roqueiro foi investigada por espiões e grampos telefônicos, virando um dossiê de 300 páginas. O FBI e a CIA julgavam Lennon um radical muito perigoso, porque o astro sabia se comunicar com milhões de jovens, através de suas músicas e apresentações. Qualquer idéia subversiva seria facilmente aceita pela juventude.

 
O governo precisava detê-lo de qualquer forma, pois estava em jogo a segurança da nação. A solução encontrada foi à mesma já destinada a Martin Luther King e outros líderes populares do país: o extermínio. Entretanto, no ano de 1976, os republicanos perderam as eleições presidenciais para os democratas. O novo presidente, Jimmy Carter, “protegeu” Lennon da polícia federal e do serviço secreto, e deram a John o green card. Lennon decidiu fazer um retiro profissional, sob a alegação de acompanhar o crescimento de Sean, seu segundo filho, o primeiro com Yoko Ono. Foram anos de paz, nos quais ele e a família puderam viver em segurança nos Estados Unidos. Esses anos de paz foram seus últimos de vida. Nas novas eleições no começo da nova década, os republicanos venceram a guerra política e retornaram ao poder. Nessa mesma época, Lennon lançava o álbum Double Fantasy, que estourou nas paradas de sucesso. Então, o recém-eleito presidente resolveu iniciar seu mandato, que começaria em 20 de janeiro de 1981, sem o temido ativista. O novo presidente era Ronald Reagan. William Casey, administrador da campanha vitoriosa de Ronald Reagan, nos anos seguintes se tornaria um dos mais poderosos chefes da CIA. Acredita-se que Casey tenha exercido influência dentro da CIA, antes mesmo de Reagan assumir o cargo de presidente, deixando o caminho livre para que o "trabalho fosse realizado". O assassino, Mark Chapman, já estava sendo preparado pelo programa de controle mental do serviço secreto americano. Ele viajaria do Havaí para Nova York, procuraria a vítima e mataria Lennon a sangue frio, à frente de testemunhas que eram Yoko Ono e o porteiro do edifício Dakota, que depois o identificaria como o criminoso. Não há dúvidas que Chapman disparou os 5 tiros mirando a morte de John. Mas a contradição afirma que não foi ele quem projetou o assassinato. Chapman foi condenado pela Justiça estadunidense alegando que ele buscava seus 15 minutos de fama, e obviamente, conseguiu, não só 15 minutos, mas muitos anos. Entretanto, o detetive Arthur O’Connor, a primeira pessoa a conversar reservadamente com o assassino, afirmou que a acusação não fazia sentido, pois Chapman sempre evitou a imprensa. Por que alguém em busca da fama se negaria a dar entrevistas? Todas as entrevista que Chapman concedeu até hoje, só foram possíveis graças a intensa negociação por parte das emissoras, o que reforça a ideia de que Chapman não procurava por fama ao matar o ex integrante do The Beatles.

 
Vários meses depois, Chapman afirmou que matou Lennon para promover a leitura do livro O Apanhador no Campo de Centeio. Mas antes de ser preso, nunca tinha comentado com amigos sobre a obra do escritor americano. Na prisão, Chapman declarou à BBC: “Ele (Lennon) passou por mim e então ouvi na minha cabeça, ‘faça, faça, faça’. Não me lembro de mirar. Apenas puxei o gatilho com força, cinco vezes”. Que vozes eram essas? Chapman não tinha passado de maluco. Pelo contrário, ele tinha uma vida social normal e era um excelente monitor em acampamentos de meninos. Será que alguém estaria controlando a mente de Mark Chapman? Ou de fato era o demônio dentro dele mandando matar Lennon?. David Shayler, ex-agente do MI5, afirmou que os governos britânico e americano trocaram informações sobre a suposta doação de 75 mil libras do músico ao IRA, grupo de terrorismo irlandês. Sob suspeita de apoiar e patrocinar os terroristas irlandeses, Lennon precisava ser eliminado. Yoko Ono, negou a ligação do marido com o IRA e lembrou que ele defendia os direitos civis e de paz. Entretanto, os arquivos existem e estavam classificados pelo FBI como de “segurança nacional”. Isso prova que Lennon era fortemente investigado pelas inteligências americana e britânica no início dos anos 70. Já no Caso Reagan, A versão oficial a respeito da tentativa de assassinato de Ronald Reagan, foi de que o responsável pelo ato, John Hinckley, Jr., tentou assassinar o então presidente para chamar a atenção da atriz Jodie Foster. Segundo essa versão enquanto Hinckley morava em Hollywood no final da década de 1970, ele assistiu o filme Taxi Driver pelo menos umas quinze vezes, ao que parece houve uma forte identificação com o personagem principal, Travis Bickle interpretado por Robert De Niro. A trama mostra os esforços de Bickle para proteger uma prostituta de 12 anos interpretada por Foster; quase no fim do filme, Bickle tenta assassinar um Senador americano que é candidato a presidente. Nos anos seguintes, Hinckley persegue Foster pelo país, chegando ao ponto de matricular-se no curso de letras da Universidade Yale em 1980 quando ele ficou sabendo que ela era uma estudante daquela universidade. No fim de 1980, Hinckley escreveu muitas cartas e bilhetes endereçados a Foster. Ele telefonou para ela duas vezes e se recusou a desistir quando ela indicou que não estava interessada nele. Convencido que sendo uma figura conhecida nacionalmente ele estaria à altura de Foster, Hinckley começou a perseguir o então presidente Jimmy Carter. Então no dia 30 de Março de 1981, 69 dias após a posse do novo presidente, Ronald Reagan, Hinckley põe em prática seu plano, emboscando o presidente na saída do Washington Hilton Hotel. Mas por que Reagan a CIA iria querer Reagan morto? Quem sabe eles queriam que o vice presidente, o senhor George H.W. Bush,assumisse o governo. Bush havia perdido para Reagan as prévias do partido, mas fazendo uso de uma manobra política, que visava o apoio incondicional do partido, Ronald convidou o ex rival para formar com ele a dupla que tentaria recolocar o partido republicano no poder.

 
Seria George H.W. Bush, o homem por trás da conspiração que matou Lennon, e seria ele o beneficiário no caso de morte de Ronald Reagan. Mas onde entraria John Hinckley, Jr. nessa maracutaia toda? Por que a CIA teria escolhido ele para se livrar do recém empossado presidente dos EUA? . John Hinckley, Jr. se colocou a disposição, ou foi escolhido pela CIA, por um motivo muito simples. Ele era altamente motivado a cumprir a missão e de grande importância nesse jogo, pois ele jamais entregaria a verdade para não prejudicar sua família. Ligações da família de Hinckley com George H.W. Bush. John Hinckley Jr. é filho de John Hinckley Sr., presidente da companhia petrolífera Vanderbilt Energy Corp., uma das maiores patrocinadoras política e financeira da campanha primária do Vice-presidente George H.W. Bush em 1980 contra Ronald Reagan, nas prévias do partido Republicano. Além disso, o irmão mais velho de John Hinckley Jr., Scott Hinckley, vice-presidente da Vanderbilt e Neil Bush, filho do Vice-Presidente George H.W. Bush tinha um jantar de negócios marcado para o dia seguinte ao atentado. Só como curiosidade John Hinckley, Jr. alegou inocência por razões psicológicas e é mantido sob vigilância médica em um hospital psiquiátrico desde então. Uma pena bem razoável até, para alguém que tentou matar o presidente do E.U.A. Salinger, ao escrever O Apanhador no Campo de Centeio,não imaginava o estrondoso sucesso que viria. Se soubesse, talvez não tivesse sido capaz de criar um romance tão despretensioso e banal. Até porque levou uma vida anti-social semelhante à de seu personagem. A narração em primeira pessoa é repleta de gírias e expressões jovens. Fatos triviais e divagações seguem sem respiro. É assim que o personagem vomita sua inocência. Embora transcorrido nos anos 50, o romance parece não ter época. Poderia ser adaptado, tranquilamente, para qualquer década posterior. A ausência de sinais do passado, exceto por uma máquina de escrever, evidencia que o romance não envelheceu como ocorre com os clássicos. Embora seja um hino da revolta juvenil, O apanhador no campo de centeio também é lido por marmanjos. Não é preciso ser jovem para identificar-se com o anti-herói, rebelado contra a sociedade.
 
Em nenhum momento, contudo, o livro de Salinger faz apologia à violência ou ao ódio. O cartão-verde para a rebeldia não justifica qualquer crime, ao contrário do que entendeu o assassino de Lennon. Ele levou ao pé da letra as revoltas passageiras do personagem. Ao contrário do criminoso, Caulfield não sofria de esquizofrenia e doença mental. Chapman teria se inspirado em qualquer símbolo da incompreensão jovem para justificar seus demônios. Outra coisa que chama a atenção foi a preocupação de Salinger em desvincular o livro da sua pessoa. Na primeira edição estadunidense, ele pediu para o seu editor não lhe enviar nenhuma crítica escrita sobre o livro. Dizia não querer acreditar sobre o que leria a seu respeito. Proibiu também qualquer trabalho publicitário em cima do mesmo. Sua paranoia chegou ao ponto de achar que a sua foto na contracapa estava muito em destaque, pedindo para substituí-la por outra mais discreta. A quem diga que a capa original, da primeira edição, do livro possui mensagens subliminares.

= Curiosidades:  

= Além da música Who Wrote Holden Caulfield? (Kerplunk!, de 1992), o Green Day faz referências a Holden Caulfield nos cinco álbuns da banda. 

= A letra de In Hiding, do Pearl Jam, fala sobre tentar achar a casa de Salinger. Eddie Vedder disse ao NME que, no fundo, é uma metáfora sobre tentar encontrar a casa de Deus, "como se Ele fosse um recluso; você encontra a casa Dele, abre Sua caixa de correspondência e descobre que está cheia de junk mail". 

= Quando perguntaram a Mark Chapman por que ele matara John Lennon, o perturbado-mental-ou-pau-mandado-da-CIA disse: "Leia O Apanhador no Campo de Centeio e você descobrirá porque o fiz. Esse livro é meu argumento". 

= Em uma referência a Chapman, o filme Teoria da Conspiração traz Mel Gibson no papel de um lunático que compra todas as cópias de O Apanhador... que consegue encontrar, sem nunca ter lido o livro.

= Mark David Chapman, o sujeito que assassinou John Lennon em 1980, tinha uma cópia do livro em suas mãos quando foi encontrado pela polícia. Outro pirado, John Hinckley Junior, que tentou matar o então presidente norte-americano Ronald Regan em 1981, também tinha um exemplar no bolso.

Foi o suficiente pra que um monte de gente começasse a tentar ligar o romance a outros crimes. Uma teoria diz que a CIA teria desenvolvido uma espécie de programa de formação de assassinos por controle remoto, e que O Apanhador no Campo de Centeio teria algum papel importante na jogada. No filme Teoria da Conspiração (1997), estrelado por Mel Gibson e Julia Roberts e cuja trama empresta elementos da citada teoria, o personagem de Gibson é um desses assassinos do governo, programado pra comprar um exemplar do livro sempre que possível e, assim, manter a CIA constantemente a par de sua localização.
 
O Apanhador no Campo de Centeio é o romance de estréia do estadunidense J. D. Salinger, publicado originalmente em 1951. Narra à história do adolescente Holden Caulfield, que acaba de ser expulso do colégio, um internato meio burguês. Ele não está nem um pouco triste com isso, já que considera a maioria de seus colegas esnobe. Sua única preocupação é a reação dos pais. Com algum dinheiro na carteira, ele pega as malas e decide voltar pra Nova York, onde mora pois o internato fica na Pensilvânia, mas não avisa ninguém. Ao invés de ir pra casa, hospeda-se num hotel. Toma um porre, vai a um clube de jazz, liga pra uma ex-namorada, contrata uma prostituta e briga com um cafetão, passeia no Central Park, encontra um ex-professor e visita sua irmã menor, Phoebe. E é basicamente isso, sem grandes reviravoltas. Na verdade, o grande trunfo do livro não é exatamente a trama em si, mas a construção do personagem principal, sua visão de mundo e a maneira como se relaciona com ele. Trata-se de um brilhante retrato da adolescência, embora qualquer pessoa que já tenha se sentido deslocada seja capaz de se identificar com Holden. O protagonista se sensibiliza com a inocência das crianças e se revolta com a hipocrisia dos adultos, estando ele mesmo perdido entre esses dois mundos. O próprio título do livro é uma metáfora pra situação do personagem. Ele confessa a Phoebe que o único trabalho que consegue se imaginar fazendo é apanhar as crianças que estão brincando em um campo de centeio à beira dum abismo. Por pouco, Salinger não se tornou uma espécie de “one hit wonder” da literatura. O Apanhador no Campo de Centeio é seu único romance propriamente dito. Seu livro seguinte, o espetacular Nove Estórias, publicado em 1953, é uma compilação de contos. Alguns deles trazem elementos autobiográficos, Além de incluir algumas narrativas brilhantes, Nove Estórias também merece destaque por apresentar o leitor à família Glass. Trata-se de um clã meio disfuncional criado por Salinger. É formado pelos pais Les e Bessie e por seus sete filhos: Seymour, Boo Boo, os gêmeos Walt e Walker, Franny, Zooey e Buddy. Este último é escritor e uma espécie de alter-ego do autor. Os Glass são protagonistas ou personagens secundários em alguns dos contos (Um Dia Perfeito Para os Peixes-Banana, Tio Wiggily em Connecticut e Lá Embaixo, no Bote), bem como nas obras seguintes de Salinger,o interessante Franny & Zooey e o fraquinho Carpinteiros, ambos reunindo duas histórias curtas cada. Ao longo dos três livros, é possível perceber que os sete irmãos, que foram todas crianças prodígios na infância, acabaram crescendo como adultos problemáticos. O cineasta Wes Anderson afirma que os personagens de seu filme Os Excêntricos Tenenbaums (2001) são inspirados na família Glass. Provavelmente, é o mais próximo do cinema que a obra de Salinger irá chegar, uma vez que o escritor recusa-se terminantemente a vender os direitos de seus livros para Hollywood. Outra coisa que chama a atenção no sujeito, que não publica material inédito há mais de 40 anos, é seu caráter meio eremita: há décadas não faz uma aparição pública ou concede uma entrevista. 
 
= NA CULTURA POP: 

= O assassino de John Lennon, Mark David Chapman, carregava este livro consigo no dia em que cometeu o crime. Segundo testemunho do próprio Chapman, estava lendo o "Apanhador no Campo de Centeios", minutos antes de tentar o suicídio e da obra teria tirado inspiração para matar John. 

= Outro fato curioso é que o atirador que tentou matar Ronald Reagan em 30 de abril de 1981, afirmou a mesma coisa, ou seja, que teria tirado do livro a inspiração para matar o presidente Reagan, não obstante, o assassino de Rebecca Schaeffer, Roberto John Bardo, carregava consigo o livro quando a matou. 

= No filme "Teoria da Conspiração ", Mel Gibson faz o papel de um motorista de táxi psicótico, que acha que todos estão contra ele, ele possui uma compulsão, comprar diariamente um mesmo livro, "o Apanhador no Campo de Centeio", em sua casa existem milhares de exemplares dessa obra. 

= A banda punk-rock californiana Green Day gravou em 1992, no seu segundo álbum intitulado Kerplunk! a música Who Wrote Holden Caulfield?, baseada no livro. 

= O vocalista, guitarrista e compositor Billie Joe Armstrong compôs a letra baseada no livro pois para ele, Holden Caulfield, o personagem principal, era como ele, um cara rebelde, largado e "invisível". Billie teve que ler esse livro durante o colegial, mas acabou não lendo. Tempos depois, ele resolveu ler e acabou tornando um dos seus livros favoritos. 

= O desenho South Park teve o episódio "A Historia de Scrootie Sodomita" baseado na obra. 

= O CD Chinese Democracy (2008) do Guns N' Roses possui uma faixa entitulada "Catcher In The Rye". 

= O Apanhador no Campo de Centeio teve influência cultural muito significativa, e obras inspiradas por ele teria sido dito para formar seu próprio gênero. Dr. Sarah Graham avaliou trabalhos influenciados por The Catcher in the Rye para incluir os romances Less Than Zero por Bret Easton Ellis, The Perks of Being a Wallflower por Stephen Chbosky , A Complicated Kindness por Miriam Toews , The Bell Jar por Sylvia Plath , Ordinary People por Judith Guest , e o filme Igby Goes Down por Burr Steers.

 = J.D.Salinger escritor do livro o Apanhador no Campo de Centeio:
 
= Mark Chapman o assassino de John Lennon :
 = John Hincley Jr condenado por tentar matar o presidente dos E.U.A:

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