quarta-feira, 11 de dezembro de 2019

Elessandro De Almeida Blogger

Boa Noite Notívagos...Paranavaí A Cidade Poesia Do Paraná. Paranavaí é um município localizado no Noroeste do estado do Paraná, principal centro da microrregião de Paranavaí. Fundada em 1951, a cidade é hoje centro de um município onde vivem Cerca de 90.000 habitantes. Entre as mais jovens regiões do estado do Paraná a serem povoadas e colonizadas, como decorrência do ciclo do café, está a imensa zona situada a noroeste, nas bacias dos rios Ivaí e Paranapanema, nos limites do Paraná com o Mato Grosso do Sul. No início do século XVI, espanhóis e portugueses fizeram suas primeiras penetrações, quase ao mesmo tempo, desencadeando as primeiras lutas pela posse efetiva da terra. Assim, o descobrimento, o desbravamento e o povoamento das terras que constituem hoje o estado do Paraná foram obra de castelhanos, portugueses e bandeirantes paulistas que, a partir de 1602, começaram a fazer suas primeiras "entradas" no "Sertão guairenho", trilhados ou caminhos fluviais e as "picadas" íngremes do sertão. Data do início dessas penetrações a abertura dos primitivos caminhos através do sertão conhecido pelas denominações de caminho de Peabiru, caminho fluvial do Rio Cubatão, de Itupeva e do "Arraial" e de Sorocaba a Viamão, por onde transitaram, no século XVI, expedições das mais diversas. A partir de 1554, já existiam nas bacias dos rios Paranapanema, Ivaí, Tibagi, Piquiri e Paraná as "reduções" jesuíticas e as cidades da República do Guairá. De qualquer forma, durante quase quatro séculos, a zona setentrional do Paraná ficou esquecida e abandonada, sendo visitada apenas por viajantes, bandeirantes e exploradores europeus.
A região onde hoje se encontra o município de Paranavaí pertenceu em épocas sucessivas do povoamento às comarcas de Tibagi, Londrina, Rolândia, Apucarana e Mandaguari. Até o ano de 1920, a zona era completamente desabitada, constituída de terras devolutas de propriedade do Estado. A partir desta data foi que iniciou o povoamento e colonização da região. O único meio de comunicação até então existente era uma estrada antiga que, partindo de Presidente Prudente, no estado de São Paulo, cruzava o rio Paranapanema, em sentido leste-oeste, atingindo a localidade, onde surgiu, mais tarde, o município de Paranavaí. O primeiro núcleo populacional surgiu na antiga "Fazenda Montoia", que se situava no mesmo local onde hoje se encontra a "Fazenda Experimental do Estado". Aí, em 1930, já existia um Cartório de Registro Civil, o que significa que Montoia, naquela época, já era Distrito judicial. A partir de 1930, o povoamento deslocou-se rapidamente para a "Fazenda Velha Brasileira" (atual zona urbana de Paranavaí), em cujas terras virgens e férteis foi plantado nada menos que um milhão de pés de café. A inesgotável exuberância da terra da "Fazenda Velha Brasileira" atraiu, em curto lapso de tempo, pessoas de todos os quadrantes do país, que vieram, de uma ou outra forma, contribuir para o progresso e desenvolvimento da cidade nascente. A "Fazenda Velha Brasileira" - surgindo sob inspiração de Dr. Lindolfo Collor, um dos líderes da Revolução de 1930 e autor da legislação trabalhista brasileira, veio a pertencer-lhe. Posteriormente foi transferida à "Companhia Braviaco".
Algum tempo mais tarde, por conta do "Decreto No. 800" de 8 de abril de 1931, assinado pelo General Mário Tourinho, então Interventor Federal do Paraná, as terras de Paranavaí voltaram ao domínio do Estado, sendo autorizado o seu loteamento. Data dessa época o início da decadência da povoação e da localidade. Devido à burocracia existente, verificou-se um verdadeiro êxodo na população, que abandonava o patrimônio para fixar-se noutra localidade. Somente a partir de 1944, reiniciou-se o loteamento sob orientação do Dr. Francisco de Almeida Faria, quando, então se acredita, a localidade recebeu a denominação de "Colônia Paranavaí", neologismo formado pela junção dos nomes dos rios Paraná e Ivaí. Considerando que a colônia estava ligada unicamente ao Estado de São Paulo, o interventor Manoel Ribas resolveu determinar a abertura de um picadão que, partindo de Arapongas, ligasse Paranavaí ao resto do estado. Esse caminho foi novamente aberto e melhorado em 1939 pelo Capitão Telmo Ribeiro, e desde a sua abertura foi conhecida pela denominação de Estrada Boiadeira. Em virtude da Companhia Colonizadora haver retirado o apoio à localidade, caiu o desanimo sobre a população, ao ponto de desaparecer completamente e ser extinto o Distrito de Montoia. Assim, em 1944, a população de Montoia era inferior à existente em 1930. A partir de 1944, Paranavaí ressurgiu num surto de realizações e progresso sem interrupção, nem mesmo com as catastróficas geadas de 1953 e 1955. Para construir a primeira capela, foi derrubada a mata virgem. A primeira missa foi celebrada na casa de Waldomiro de Carvalho, nas proximidades da antiga estação Rodoviária. O fato ocorreu no dia 25 de dezembro de 1944, sendo celebrante o padre João Guerra.
 
O município foi criado com o desmembramento de Mandaguari, pela Lei Estadual No. 790 de 14 de dezembro de 1951, e solenemente instalado em 14 de dezembro de 1952, com a posse do seu primeiro prefeito municipal, o médico José Vaz de Carvalho, e instalação da Câmara Municipal. Na época de sua autonomia, o município de Paranavaí era formado apenas por dois distritos: Catarinenses e Porto São José. A administração de José Vaz de Carvalho imprimiu tal progresso no município que, já em 1953, pela Lei Estadual No. 1542, de 14 de dezembro, era elevado à categoria de Comarca, sendo instalada como Comarca de 2ª entrância em 1 de março de 1954, tendo como primeiro Juiz de Direito, Sinval Reis e primeiro Promotor Público, Carlos Alberto Manita. Em 2012 foi elevada para Comarca de Entrância Final, mais alto grau da estrutura judiciária Paranaense e conta com dois varas cíveis, 2 varas criminais, uma vara do juizado especial e uma vara de família e anexos, bem como com os cartórios de Registro de Imóveis, Protesto, Registro Civil e o Tabelionato Oscar Tomazoni, Tabelionato Carlos Gomes Roque e Tabelionato Itajana Barreto Costa. Em 1956, no concurso promovido pela Associação Brasileira de Municípios, Paranavaí foi classificada, recebendo o "Diploma de Honra", como um dos cinco municípios de maior progresso e desenvolvimento em todo o Brasil sendo entregue pelo então presidente da república Juscelino Kubitschek. O vertiginoso progresso do município foi de tal maneira impressionante que pela "Lei No. 253", de 26 de novembro de 1954, Paranavaí foi desmembrada, saindo do seu território os seguintes municípios autônomos: Querência do Norte, Santa Cruz de Monte Castelo, Santa Isabel do Ivaí, Loanda, Nova Londrina, Terra Rica, Paraíso do Norte, Tamboara e São Carlos do Ivaí. Em 1956, foi criada a "Comarca de Loanda", constituída dos cinco primeiros municípios, enquanto os outros foram instalados após a realização das eleições a 3 de outubro de 1955. O município tem como limites o estado de São Paulo a norte e os municípios de Santo Antônio do Caiuá, São João do Caiuá e Alto Paraná a leste, Tamboara, Nova Aliança do Ivaí e Mirador a sul e Amaporã, Guairaçá e Terra Rica.

domingo, 8 de dezembro de 2019

Wandjina: Deuses Ou Visitantes ???


Boa Noite Notívagos...junto com a surpreendente descoberta da Austrália, também foram descobertos os Aborígenes, um dos povos indígenas mais antigos e misteriosos do mundo. E assim como as outras milhares de tribos Expressavam toda a sua cultura através de pinturas em rochas. E Nessas detalhadas pinturas, os aborígenes representavam o que os antigos viam, e passavam adiante para os novos membros da aldeia. Esses misteriosos desenhos eram chamados de: wondjina ou wandjina. Na mitologia dos aborígenes, os seres chamados wandjina eram poderosos espíritos vindos do céu, esses místicos personagens não tinham boca, suas cabeças eram enormes com rostos de caveiras, e seus olhos e nariz negros eram profundos. O detalhe é que Suas cabeças eram aparentemente rodeadas de auras brilhantes ou algum tipo de capacete. Os wondjinas têm cores de preto, vermelhas e amarelas sobre um fundo branco. As pinturas dessas criaturas foram encontradas em vários lugares, e estudos sugerem a presença deles em 174.000 aC. E De acordo com as crenças dos nativos, estes seres eram os verdadeiros criadores do mar, a terra e do meio ambiente em geral.
   
Seus espíritos viviam em pequenas lagoas por toda a Austrália. Os wondjina também tinham poderes especiais e dominavam os elementos, Por isso se eles se sentissem ofendidos ou ameaçados eles podiam causar enchentes e intensos raios. Muitos ufólogos apontam essas pinturas como à maior prova física que o ser Humano não foi à primeira raça a habitar o Planeta terra. Os desenhos wondjina tiveram tanta influencia na Historia que Atualmente Pinturas deste estilo que retrata seres mitológicos envolvidos na criação do mundo são muitas vezes descritas como “estilo Wondjina”. Em 1938, o experiente Dr. Andreas Lommel, que é um membro do Instituto Frobenius, viveu durante vários meses na região Noroeste da Austrália, na região de Kimberly, com uma tribo indígena aborígene chamada Unambal, uma cultura local que já existe há pelo menos 60 mil anos. Durante este período, Lommel observou e fotografou o cotidiano desses caçadores ainda na idade da pedra. Mas o que mais chamou a sua atenção foi à descoberta de uma caverna considerada sagrada pelos aborígenes, na qual estiveram representados os enigmáticos Wandjina, as pinturas rupestres de seres mitológicos associados com a criação do mundo. Essas pinturas têm recebido todo tipo de interpretação: A representação estilizada de seres humanos brancos, já que os aborígenes nunca tinham visto um antes, ou corujas extintas. Mas a mais famosa é a popular Teoria dos Astronautas antigos, que afirmam que as criaturas chamadas de Wandjina são na verdade antigos viajantes do espaço. Pois há muitos que acreditam que os extraterrestres têm tido um papel direto na criação do mundo e lendas dos aborígines falam de acontecimentos surpreendentes. Também Pode se observar que os pictogramas têm a aparência de outra criatura histórica mundialmente famosa chamada de Greys ou Os cinzas.
 
Existem pictogramas Wandjina onde eles aparecem sozinhos ou em grupos, verticalmente ou horizontalmente, dependendo do tamanho da rocha, e também podem ser representado com figuras e objetos. Em torno dos chefes de Wandjina existem linhas ou blocos de cor, representando raios, nuvens ou chuva. Ate hoje os aborígines estão convencidos de que as imagens possuem poderes elementais e devem ser tratados com respeito. O culto as imagens de Wandjina é uma tradição passada de geração em geração. Os aborígines vêem a Terra como uma grande cobra. E A Via Láctea é vista como outra serpente, chamada Wallanganda. Essas duas cobras deram origem à criação, e a todas as criaturas que vivem sobre a Terra. Estas criaturas eram "seres do céu" ou "espíritos das nuvens" descendentes da Via Láctea que durante a Dreamtime o Tempo do Sonho, desceram para a Terra para ensinar as leis, preceitos e regras de conduta aos Homens. Os deuses representavam o universo e deixaram muitas histórias vinculadas às estrelas. De acordo com as tradições locais a Wandjina, é um termo que significa "tudo", e alguns desses Deuses são descritos como seres humanos gigantes. Segundo a tradição, os Wandjina eram capazes de mudar de forma à vontade, poderiam ser um Wandjina, um ser Humano, ou ate mesmo um Animal.
Esses visitantes ficaram anos morando aqui, mas quando eles deixaram o planeta, foram divididos em dois grupos: um grupo se escondeu nas entranhas da Terra, e o outro grupo subiu para o infinito céu. Os aborígenes antigos afirmam que mesmo depois de sua partida, os Wandjina continuam a controlar tudo o que acontece na Terra, no céu e no mar. Historiadores acreditam que os antepassados aborígenes chegaram à região provavelmente 60 mil anos atrás, embora a data ainda permaneça incerta. Mas as modernas descobertas de alguns objetos antigos na região da Austrália sugerem que a área já era habitada 174 mil anos atrás, em contraste com a teoria na qual os aborígines seriam os imigrantes da África de apenas 60 mil anos atrás. Atualmente Muitos antropólogos chegaram até a especular que o Homo sapiens pode ter nascido literalmente na Austrália. Nos tempos modernos, as tribos Worora, Ngarinyin Wunumbul ainda reverenciam as pinturas Wandjina. Sendo assim os pictogramas Wandjina podem mesmo ser uma evidência histórica de um contato Humano com uma raça extraterrestre desenvolvida.
 
Enfim Galera...o povo aborígine da época não foram capazes de compreender os acontecimentos que presenciavam, então só restava a eles interpretadas como algo sobrenatural e sagrado. mas a grande questão que fica em nossas mentes é: OS WANDJINA ERAM DEUSES OU VISITANTES DO ESPAÇO? Então tirem as suas próprias conclusões sobre o caso, Vlw Galera Ate.

terça-feira, 3 de dezembro de 2019

ELIZABETH BÁTHORY A CONDESSA VAMPIRA

BOA NOITE NOTÍVAGOS...UMA DAS MULHERES MAIS ENIGMÁTICAS DA HISTORIA DA HUMANIDADE,É A MISTERIOSA ELIZABETH BÁTHORY OU ERZSÉBET BÁTHORY,HOJE A QUEM DIGA QUE ELA ERA UMA BRUXA,VAMPIRA,SÁDICA,E ATE A FILHA DO DIABO,MAS TBM A QUEM AFIRMA QUE ELA ERA SO UMA MULHER REVOLUCIONARIA A FRENTE DE SEU TEMPO,E SUA MACABRA LENDA É APENAS CONTOS DE FANÁTICOS CRISTÃOS,E QUE ELIZABETH BÁTHORY É SO MAIS UMA VITIMA DA SUBMISSÃO FEMININA QUE A RELIGIÃO IMPÕE SOBRE AS MULHERES DESDE QUE O MUNDO É MUNDO,VAMPIRA OU NÃO,ELA SOFREU MUITO POR SUA EXCENTRICIDADES,DEVIDO A RELIGIOSIDADE E CONSERVADORISMO DA ÉPOCA, ALÉM DAS DIVERSAS AVENTURAS SEXUAIS SADOMASOQUISTA,AS LENDAS DIZEM QUE ELA NUNCA ENVELHECIA,POIS TODA NOITE ELIZABETH SE BANHAVA NO SANGUE DE JOVENS VIRGENS. ENTÃO CONHEÇA A HISTORIA DESSA INTRIGANTE CONDESSA QUE MARCOU ÉPOCA,E TIREM SUA PRÓPRIAS CONCLUSÕES,ESSA É ELIZABETH BÁTHORY A CONDESSA SANGRENTA...
Erzsébet Báthory em húngaro, Alžbeta Bátoriová em eslovaco; que viveu de agosto de 1560 há 21 de agosto de 1614. Báthory foi uma condessa húngara da renomada família Báthory que entrou para a História por uma suposta série de crimes hediondos e cruéis que teria cometido, vinculados com sua obsessão pela beleza. Como conseqüência, ela ficou conhecida como "A condessa sangrenta" ou "A condessa Drácula". Isabel Báthory nasceu em Nyírbátor, que então fazia parte do Reino da Hungria, território hoje pertencente à República Eslovaca. A maior parte de sua vida adulta foi passada no Castelo Čachtice, perto da cidade de Vishine, a nordeste do que é hoje Bratislava, onde a Áustria, a Hungria e a Eslováquia se juntam. Os Báthory faziam parte de uma das mais antigas e nobres famílias da Hungria. Era filha do barão George Báthory, do ramo Ecsed, irmão do príncipe András da Transilvânia. A mãe de Isabel era do ramo Somlýo da família, chamava-se Anna Báthory e era irmã, entre outros, do rei da Polónia e do príncipe de Siebenbürgen. Isabel era ainda prima do marido da arquiduquesa Maria Cristina de Habsburgo, filha de Carlos II da Áustria. Isabel cresceu em uma época em que os turcos haviam conquistado a maior parte do território húngaro, que servia de campo de batalha entre os exércitos do Império Otomano e a Áustria dos Habsburgo. A área era também dividida por diferenças religiosas. A família Báthory se juntou à nova onda de protestantismo que fazia oposição ao catolicismo romano tradicional. Foi criada na propriedade de sua família em Ecsed, na Transilvânia. Quando criança, ela sofreu doenças repentinas, acompanhadas de intenso rancor e comportamento incontrolável. Em 1571, seu tio István Báthory tornou-se príncipe da Transilvânia e, mais tarde na mesma década, ascendeu ao trono da Polônia. Foi um dos regentes mais competentes de sua época, embora seus planos para a unificação da Europa contra os turcos tivessem fracassado em virtude dos esforços necessários para combater Ivan, o Terrível, que cobiçava seu território. Vaidosa e bela, Isabel ficou noiva do conde Ferenc Nádasdy aos onze anos de idade, passando a viver, no castelo dos Nádasdy, em Sárvár. Em 1574, ela engravidou de um camponês quando tinha apenas 14 anos. Quando sua condição se tornou visível, escondeu-se até a chegada do bebê: a criança seria uma menina chamada Anastasia, dada então a um casal de camponeses, ao que se supõe pagos pela família Báthory para que fugissem do reino com a bastarda. O casamento com Ferenc ocorreu em maio de 1575. O conde Nadasdy era militar e, frequentemente, ficava fora de casa por longos períodos. Nesse meio tempo, Isabel assumia os deveres de cuidar dos assuntos do castelo da família Nadasdy. Foi a partir daí que suas tendências sádicas começaram a revelar-se - com o disciplinamento de um grande contingente de empregados, principalmente mulheres jovens. Na época, o comportamento cruel e arbitrário dos detentores do poder para com os criados era comum; contudo, o nível de crueldade de Isabel era notório. Ela não apenas punia os que infringiam seus regulamentos, como também encontrava todas as desculpas para infligir castigos, deleitando-se na tortura e na morte de suas vítimas. Espetava alfinetes em vários pontos sensíveis do corpo das suas vítimas, como, por exemplo, sob as unhas ou nos mamilos. No inverno, executava suas vítimas fazendo-as se despir e andar pela neve, despejando água gelada nelas até morrerem congeladas. Quando se encontrava no castelo, o marido de Báthory juntava-se a ela nesse tipo de comportamento sádico e até lhe ensinou algumas modalidades de punição: o despimento de uma mulher e o cobrimento do corpo com mel, deixando-o à mercê de insetos por horas.
O conde Nádasdy morreu em 1604, e Erzsébet mudou-se para Viena após o seu enterro. Passou também algum tempo em sua propriedade de Beckov e no solar de Čachtice, ambos localizados onde é hoje a Eslováquia. Esses foram os cenários de seus atos mais famosos e depravados. Nos anos que se seguiram à morte do marido, a companheira de Isabel no crime foi uma mulher de nome Anna Darvulia, de quem pouco se sabe a respeito: muitos afirmam que Darvulia teria sido uma sábia e temida ocultista, alquimista e talvez praticante de ritos de magia negra, que terá incutido na própria Isabel, de quem se diz ter sido amante (é conhecida a bissexualidade da condessa). Quando Darvulia faleceu (cerca de 1609), Isabel se voltou para Erzsi Majorova, viúva de um fazendeiro local, seu inquilino. Majorova parece ter sido responsável pelo declínio mental final de Isabel, ao encorajá-la a incluir algumas mulheres de estirpe nobre entre suas vítimas às quais bebia o sangue. Em virtude de estar tendo dificuldade para arregimentar mais jovens como servas à medida que os rumores sobre suas atividades se espalhavam pelas redondezas, Erzsébet seguiu os conselhos de Majorova. Em 1609, ela matou uma jovem nobre e encobriu o fato dizendo que fora suicídio. Isabel, ao longo de sua carreira sanguinária, contou também com a ajuda de quatro fieis cúmplices: Janos (também apelidado de "Ficzko"), um jovem demente mental que ajudava no ocultamento dos cadáveres e no funcionamento dos instrumentos de tortura, Helena Jo, ama dos filhos de Isabel e enfermeira do castelo, Dorothea Szentos (ou "Dorka"), uma velha governanta e Katarina Beneczky, uma jovem lavadeira acolhida pela condessa.  No julgamento de Isabel, não foram apresentadas provas sobre as torturas e mortes, baseando-se toda a acusação no relato de testemunhas. Foi encontrado um diário no quarto da condessa, no qual estavam registrados os nomes de cada vítima de Báthory com sua própria letra. É de destacar, também, que as confissões dos cúmplices de Báthory acerca dos crimes desta foram obtidas sob tortura. Após sua morte, os registros de seus julgamentos foram lacrados porque a revelação de suas atividades constituiriam um escândalo para a comunidade húngara reinante. E o rei húngaro Matias II proibiu que se mencionasse seu nome nos círculos sociais.
 ERZSÉBET BÁTHORY É POP:

Devido aos supostos crimes horrendos que teria cometido, Báthory tornou-se numa das personagens históricas mais inspiradoras da arte, nomeadamente a gótica: incontáveis referências lhe têm sido feitas nas áreas do cinema, literatura, música, entre outros. E Além de vários livro,A vida de Erzsébet Báthory foi retratada várias vezes no cinema,Exemplos mais recentes é o drama gótico The Countess ou o épico Bathory: Countess of Blood, ou o clássico Countess Dracula, estrelado por Ingrid Pitt. 

ELIZABETH BÁTHORY NO CINEMA: 

= Chastity Bites - 2013 - com Louise Griffiths interpretando "Liz Batho". 
= Epitaph: Bread and Salt - 2013 - com Kaylee Williams interpretando "Liz Bathory";
    = Die Blutgrafin - 2011. 
= 30 Days of Night: Dark Days - 2010. 
= The Countess - 2009 - com Julie Delpy produzindo, dirigindo e interpretando Erzsébet Báthory. 
=  Bathory: Countess of Blood - 2008 - com Anna Friel interpretando Erzsébet Báthory. 
=  Blood Scarab - 2007 - com Monique Parent como Elizabeth Bathory. 
= Demon's Claw - 2006 - com Kira Reed no papel de Bathory. 
= Dracula's Curse - 2006 - com Christina Rosenberg interpretando "Ezabet Bathorly". 
= Stay Alive - 2006 - com Maria Kalinina como Elizabeth Bathory. 
= Os Irmãos Grimm - 2005 - com Monica Bellucci interpretando a rainha má que precisa matar 12 virgens para ter sua juventude eterna de volta. 
= Eternal - 2004 - a história macabra da condessa Báthory revivida nos tempos modernos. 
= Tomb of the Werewolf - 2004 - com Michelle Bauer no papel de Isabel Báthory. 
= Killer Love - 2002 - enredo desencadeado pela história do banho de sangue.
= Bahtory - 2000 - com Diane Witter interpretando Elizabeth e Carole Roggier como Anna Darvulia. 
= La Mort Mystérieuse de Nina Chéreau - 1988 - inspirado na história de Isabel Báthory. 
= Night of the Werewolf - 1981 - com Julia Saly como Bathory. 
= Thirst - 1979 - com Chantal Contouri interpretando uma descendente direta da condessa. 
= Immoral Tales - 1974 - com Paloma Picasso como Condessa Elizabeth Bathory. 
= Ceremonia Sangrienta - 1973 - com Lucia Bosé como Erzébet Bathory. 
 = Curse of the Devil - 1973 - com Maria Silva interpretando Elizabeth Bathory. 
= Daughters of Darkness - 1971 - com Delphine Seyrig como Condessa Bathory. 
= Countess Dracula - 1970 - de Peter Sasdy - com Ingrid Pitt como Condessa Elizabeth. 
= Necropolis - 1970 - dirigido por Franco Brocani e com Viva Auder no papel de Báthory.
ENFIM NOTÍVAGOS...AS OPINIÕES DOS HISTORIADORES CAUSAM POLÊMICAS ATE HOJE,MAS PRA MIM ELA ERA SIMPLESMENTE UMA WICCA INCOMPREENDIDA, POIS QUEM REALMENTE ERA ELIZABETH BÁTHORY NINGUÉM NUNCA VAI SABER,MAS DE QUALQUER MANEIRA,FIQUEM AI COM OS TRAILERS DOS DOIS MELHORES FILMES SOBRE ELA,COM DIFERENTES VISÕES DA LENDA,OS FILMES: CONDESSA DE SANGUE (BATHORY DE 2008), E A CONDESSA (THE COUNTESS DE 2009),VLW GALERA ATE.

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Terapia Holística O Equilíbrio Emocional

Boa Noite Notívagos...Eu Acredito Realmente Que a Terapia Holística é o Futuro Da Sociedade, Pois Ela Salvara O Mundo Desse Caos Que Vivemos. A Chamada Terapia Holística, São Tratamentos e Estudos Para o Corpo a Mente e Espirito. As Técnicas Holísticas Tem Como Objetivo Equilibrar As emoções Físicas, Mentais e Espirituais Das Pessoas. Potencializando a capacidade de Auto-Equilíbrio, e Autoconhecimento, e a Auto-Cura. Terapia holística é o nome dado a qualquer terapia que siga os princípios gregos do holismo, ou seja, que aborda o problema a ser tratado como um todo, não através de uma visão fragmentada do real. Segundo o holismo, o corpo é um organismo interligado e não deve ser entendido e subdividido em partes independentes. O termo medicina holística refere-se à abordagem médica baseada na teoria de que os organismos vivos e o meio ambiente funcionam juntos como um todo integrado. A terapia holística promove o equilíbrio físico, psíquico, espiritual e social por meio de estímulos naturais, mediante a Auto-Ajuda ou despertar da consciência do indivíduo sobre seu corpo e seu papel no meio em que vive. A holística acredita que os elementos físico, emocional, mental e espiritual formam um sistema, do qual objetiva tratar de toda a pessoa em seu contexto, concentrando-se na causa dos desequilíbrios.

Existem diversas técnicas terapêuticas que têm como princípio o holismo. Elas enxergam o ser humano de forma integral, e não apenas como a soma de partes distintas. Dentre as mais populares no Brasil são, o Reiki Uma técnica ancestral de transferência de energia universal, capaz de trazer equilíbrio energético, favorecer o autoconhecimento e aliviar sintomas como estresse, depressão e ansiedade. Pode ser realizada individualmente ou em coletivo, através de um profissional reikiano que conduz o processo. A Meditação Profunda. Com inúmeros benefícios, a prática pode ser usada com objetivos específicos para nosso corpo-mente-espírito. Aumenta seu foco, diminui a ansiedade, conecta você a si mesmo, transforma seus pensamentos negativos em pensamentos positivos, melhora forma como você se relaciona com os outros e muito mais. Já a Aromaterapia, Consiste no uso de óleos essenciais extraídos de plantas e flores. O profissional faz uma análise dos aromas que podem te ajudar no problema a ser solucionado e define a melhor forma de utilização dos mesmos. Indicada para resolução de questões emocionais como depressão e síndrome do pânico, aumento da energia, foco e autoestima. A Yoga é Uma atividade que te conecta a si mesmo e com o mundo. Entre os tipos mais populares no Brasil, está o Kundalini Yoga, que possui como objetivo o desbloqueio do fluxo energético do corpo e, o Hatha Yoga que é relacionado a prática de posturas e exercícios respiratórios. As práticas melhoram a postura, diminuem níveis de estresse e ansiedade, favorecem o metabolismo, entre muitos outros benefícios. Já As Barras de Access, Consiste no estímulo de 32 pontos que temos na cabeça, que são responsáveis por armazenar padrões e crenças limitantes. Ao tocados pelo profissional, podemos eliminar ideias de auto-sabotagem e negatividade. Indicada para desbloqueios emocionais e funciona como uma limpeza e abertura cerebral.

A holística é a abordagem terapêutica que considera o ser humano como um todo, em seus aspectos físico, mental, emocional e energético. Ela não trata essas esferas separadamente, mas de forma integrada. O terapeuta holístico entende que cada pessoa está inserida num contexto e forma um sistema completo. Doenças Com Depressão, Ansiedade, Síndrome Do Pânico, Estresse Agudo, São os Principais Focos Nos Tratamentos De Holísticos. As Principais Técnicas Usadas Pelos Terapeutas Holísticos São: Acupuntura, Meditação, Yoga, Reiki, Aromaterapia, Reflexologia, Mindfulness, Quiropraxia, Barras de Access, Mapa Astral e a Astrologia Em Geral. As Sessões Vão Depender De Cada Terapeuta. Mas é muito Utilizada a Acupuntura, tradicionalmente chinesa, esta terapia milenar caracteriza-se pelo estímulo de pontos distribuídos pelo corpo por meio de uma agulha. Também é Realizada Aromaterapia e Terapia de Florais. Florais são essências compostas por plantas e flores diversas. Reiki, é uma técnica ancestral de transferência de energia universal, capaz de trazer equilíbrio energético, favorecer o autoconhecimento e aliviar sintomas como estresse, depressão e ansiedade. Popular A Yoga, Já Possuem comprovação de seus benefícios por pesquisas científicas, são reconhecidas pela OMS, e pelo Ministério da Saúde do Brasil como Práticas Integrativas e Complementares. Hoje entendemos que a saúde física está ligada com a emocional e a mental. Tudo está interligado. Além Das Barras de Access Que causa Mudanças positivas em nosso sistema, comprovado pela neurociência.
As Terapias Holísticas partem do princípio que apenas com autoconhecimento vamos adentrando em nosso interior e encontrando respostas para o que nos desequilibra. É a partir do autoconhecimento que descobrimos nossas potencialidades e desafios. Proporciona consciência, bem-estar e conexão com espiritualidade. Também aprendemos a ter mais consciência sobre nossas ações, pensamentos, emoções. A criar inteligência emocional. E estarmos conscientes do momento presente. Trabalha o reequilíbrio gerando bem-estar. Nos conectam com nossa essência e tudo que nos conecta ao aqui. À nossa razão de existir. Nossa real espiritualidade. O princípio da Terapia Holística é Acreditar em nossa capacidade, que precisamos encontrar e resgatar nosso equilíbrio natural. Quando nos tornamos responsáveis por nossa realidade; colocamos nossa saúde em primeiro lugar; nos tornamos conscientes de nossas ações e crenças; damos espaço para nossas emoções e pensamentos, assim podemos nos reequilibrar e melhorar nossa saúde. A Terapia Holística é o Futuro. O Queridinho do momento é o Mindfulness, Traduzido para o português como a prática da atenção plena, o Chamado Mindfulness tem se popularizado cada vez mais no ambiente corporativo. A sessão é guiada por um profissional especialista e conduz os integrantes a um estado de consciência favorável para a prática do foco, atenção e concentração. Capaz de elevar o nível de QI, aumentar a energia vital e a produtividade. Seja Qual For a Técnica de Terapia Holística Escolhida, Ela Vai mudar a sua vida, e Despertar a sua Mente para um equilíbrio pleno, físico mental e espiritual.
Enfim Galera...O Terapeuta Holístico é um guia, um profissional que estudou para te ajudar e utilizar diversas técnicas que te ajudarão a se autoconhecer e reencontrar sua essência natural. Se reconectar com seu Interior. As terapias surgem como uma alternativa de tratamento para todos os casos, uma vez que conseguem compreender o sujeito em todas as suas dimensões: física, mental, espiritual e emocional. Com isso, é capaz de buscar as verdadeiras causas das enfermidades, não se satisfazendo em apenas tratar os sintomas e, assim, promover a cura efetiva.

quarta-feira, 20 de novembro de 2019

O MISTÉRIO DO MANUSCRITO VOYNICH

 
Boa Noite Notívagos...o Maior Mistério da Literatura Global, é o chamado Manuscrito Voynich,por mais que os estudiosos tentem revelar seu estranho conteúdo,as paginas do manuscrito ainda é indecifrável,permanecendo um grande mistério ate os dias de hoje. O famoso Manuscrito Voynich é um misterioso livro ilustrado com um conteúdo incompreensível. Historiadores afirmam que ele tenha sido escrito há aproximadamente 600 anos por um autor desconhecido que se utilizou de um sistema de escrita não identificada e uma linguagem ininteligível. É conhecido como "o livro que ninguém consegue ler". Com o passar dos anos, o manuscrito Voynich tem sido objeto de intenso estudo por parte de muitos criptógrafos amadores e profissionais, incluindo alguns dos maiores decifradores norte-americanos e britânicos, mas todos eles falharam em decifrar si quer uma única palavra do complexo texto. Esta sucessão de falhas transformou o manuscrito Voynich num tema famoso da história da criptografia mundial, ganhando milhares de teorias sobrenaturais, mas também contribuiu para lhe atribuir à teoria de ser simplesmente um embuste muito bem tramado. A teoria hoje mais aceita pelos céticos é de que o manuscrito tenha sido criado no século XVI como uma fraude de arte. O fraudador teria sido o mago, astrólogo e falsário inglês Edward Kelley com ajuda do filósofo John Dee para enganar Rodolfo II da Germânia, que era do Sacro Império Romano-Germânico. Foi datado por carbono como se fosse do começo do século 15 (1400). Mas Segundo essa datação Edward Kelley não poderia ter escrito, pois ele nasceu meio século depois. Também há uma teoria que diz que ele foi escrito no norte da Itália. O livro ganhou o nome do livreiro estadunidense Wilfrid M. Voynich, que o comprou em 1912.
 
O enigmático texto tem uma quantidade significativa de ilustrações em cores que representam uma ampla variedade de assuntos; os desenhos permitem que se perceba a natureza do manuscrito e foram usados como pontos de referência para os criptógrafos que dividiram o livro em seções, conforme a natureza das ilustrações:
  = Seção I (Fls. 1-66): denominada botânica,
contém 113 desenhos de plantas desconhecidas no planeta.
   = Seção II (Fls. 67-73): denominada astronômica ou astrológica, apresenta 25 diagramas que parecem se referir a estrelas. Aí podem ser identificados alguns signos zodíacos. Neste caso ainda fica difícil haver certezas do que realmente trata a seção.
    = Seção III (Fls. 75-86): denominada biológica, denominação que se deve exclusivamente à presença de muitas figuras femininas, frequentemente imersas até os joelhos em estranhos vasos unidos contendo um fluido escuro.
Logo após essa seção vem uma mesma folha repetida seis vezes, apresentando nove medalhões com imagens de estrelas ou figuras que podem parecer células, imagens radicais de pétalas e feixes de tubos.
= Seção IV (Fls. 87-102): denominada farmacológica medicinal, por meio de imagens de ampolas e frascos de formas semelhantes às dos recipientes das farmácias antigas. Nessa seção há ainda desenhos de pequenas plantas e raízes, possivelmente eram ervas medicinais.
A última seção do manuscrito Voynich tem início na folha 103 e prossegue até o fim, sem que haja mais nenhuma imagem, exceto estrelinhas ou pequenas flores ao final de alguns parágrafos. Essas marcações fazem crer que se trata de algum tipo de índice.
 
O manuscrito Voynich tem essa denominação em homenagem a Wilfrid Michael Voynich, um americano de ascendência polonesa, mercador de livros, que adquiriu o misterioso livro no colégio Jesuíta de Villa Mondragone, em Frascati, em 1912, através de padre jesuíta Giuseppe Strickland. Os Jesuítas precisavam de fundos para restaurar a vila e venderam 30 volumes da sua biblioteca, que era formada por volumes do Colégio Romano que tinham sido transportados ao colégio de Mondragone junto com a biblioteca geral dos Jesuítas, Entre esses livros estava o misterioso manuscrito. Junto com o livro, Michael Voynich encontrou uma carta de Johannes Marcus Marci, que era o reitor da Universidade de Praga e médico real de Rodolfo II da Germânia, com a qual enviava o livro a Roma, ao amigo polígrafo Athanasius Kircher para que ele conseguisse decifrar. Na carta, Johannes Marcus Marci declarava ter herdado o manuscrito medieval de um amigo seu, que futuramente pesquisas revelaram que seu amigo, era um alquimista de nome Georg Baresch, e que seu dono anterior, era o Imperador Rodolfo II do Sacro Império Romano, que o adquirira por 600 Ducados, cifra muito elevada, acreditando que se tratasse de algo escrito pelo filosofo Roger Bacon, conhecido como Doctor Mirabilis. Wilfrid Michael Voynich afirmou que o livro continha pequenas anotações em Grego antigo e datou o mesmo do século XIII. A definição da data do pergaminho ainda é controversa, mas é possível situar a elaboração do texto no final do século XVII: uma análise por radiação infravermelha revela a presença de uma assinatura sucessivamente apagada: Jacobi a Tepenece, na época Jacobus Horcicki, morto em 1622, ele era o principal alquimista a serviço de Rodolfo II do Sacro Império. Mas Como “Jacobi” recebeu o título de Tepenece em 1608, isso prova não ser confiável a informação da aquisição do manuscrito antes disso. Além disso, uma das plantas representadas em desenho na Seção "Botânica" é quase idêntica ao girassol, que somente passou a existir na Europa depois do Descobrimento da América, o que leva o manuscrito a ser posterior a 1492.
O manuscrito Voynich na cultura pop: 

= O manuscrito foi utilizado como elemento literário, pelo escritor britânico Colin Wilson em um conto inspirado em H. P. Lovecraft, O retorno dos Lloigor, como pelo escritor fantástico Valerio Evangelisti que na sua "Trilogia de Nostradamus", assemelha o Voynich a um Arbor Mirabilis e dele faz um texto esotérico no centro de uma trama complexa que se passa no século XVI.

= No romance de terror Codex, de Roberto Salvidio em 2008, vê-se uma hipotética decifração do misterioso manuscrito Voynich.

= O Manuscrito é também protagonista do romance “O Manuscrito de Deus” de Michael Cordy. no qual o manuscrito é parcialmente decifrado por uma docente da Universidade de Yale, sendo que se tratava de um sagrado mapa,com instruções para encontrar o milenar Jardim do Éden.

= O manuscrito Voynich também é citado no livro "O Símbolo Perdido", de Dan Brown, autor do BestSeller O Código Da Vinci.

= O manuscrito Voynich é descrito com uma origem extraterrestre no livro "A História está errada", de Erich von Däniken, autor do BestSeller Eram os deuses astronautas?. 

Isso sem contar os inúmeros livros que tentam decifrar a sua verdadeira origem: 

= The Voynich Cypher de Russell Blake
= The Book of God and Physics: A Novel of the Voynich Mystery de Enrique Joven
= The Voynich Enigma de Baz Cunningham
= The Book of Blood and Shadow de Robin Wasserman
= The Voynich Project: Nephilim Rising de James K. Rollins
= Time Riders: The Doomsday Code de Alex Scarrow
= Codex de Lev Grossman
= PopCo de Scarlett Thomas
= El Caso Voynich de Daniel Guebel
= Prime de Jeremy Robinson com Sean Ellis.
 
Enfim Notívagos...o alfabeto utilizado no manuscrito além de não ter sido decifrado, é único. No entanto foram reconhecidas de 19 a 28 possíveis letras, que não têm nenhuma ligação ou correspondência perceptível com os alfabetos conhecidos. Suspeita-se também que foram usados dois alfabetos complementares, detalhando que o manuscrito teria sido redigido por mais de uma pessoa. E é significativo lembrar que a total falta de erros ortográficos,é muito estranho, pois tais falhas sempre ocorreram em todos os manuscritos que já foram localizados desde a antiguidade. O tempo passou, e ninguém jamais descobriu o real conteúdo do texto, por isso o manuscrito Voynich é considerado um dos maiores mistérios da humanidade, então tirem as suas próprias conclusões sobre o caso,Vlw Galera Ate.


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