sábado, 7 de setembro de 2019

Liberdade - SP Bairro Da Liberdade São Paulo

Boa Noite Notívagos...Se você assim como Eu, é Fascinado Pela Cultura Asiática, Você Precisa conhecer a Liberdade,um Dia passeado pelas Ruas do Bairro Da Liberdade,vão te deixar ainda mais Encantado Por essa Cultura Milenar e Extraordinaria. Liberdade é um bairro turístico situado na zona central do município de São Paulo pertencente em parte ao distrito da Liberdade e em parte ao distrito da Sé. É conhecido como o maior reduto da comunidade japonesa no município, comunidade esta que é considerada a maior do mundo fora do Japão. No século XIX, o bairro era conhecido como Bairro da Pólvora, em referência à Casa da Pólvora, construída em 1754 no largo da Pólvora. Era uma região periférica da cidade, e ficava no caminho entre o Centro da cidade de São Paulo e o então município de Santo Amaro. No bairro, se localizava o largo da Forca, assim nomeado em função da presença de uma forca que era utilizada para a execução da pena de morte. A forca havia sido transferida da rua Tabatinguera em 1604 a pedido dos religiosos do Convento do Carmo e funcionou até 1870. A partir de então, o largo passou a se chamar Largo da Liberdade, e o nome se estendeu a todo o bairro. Existem duas versões para a adoção do nome "Liberdade"ː uma diz que é uma referência a um levante de soldados que reivindicavam o aumento de seus salários à coroa portuguesa em 1821, e que teria resultado no enforcamento dos soldados Chaguinhas e Cotindiba. O público que acompanhava a execução, ao ver que as cordas que prendiam Chaguinhas arrebentaram várias vezes, teria começado a gritar "liberdade, liberdade". Outra versão diz que o nome Liberdade é uma referência à abolição da escravidão.
Em 1779, próximo ao então largo da Forca, foi instalado o primeiro cemitério público aberto da cidade, destinado a enterrar indigentes e condenados à forca. O cemitério funcionou até 1858, quando foi inaugurado o cemitério da Consolação em terras doadas pela Marquesa de Santos. Conhecido atualmente por ser um bairro de orientais, a Liberdade era, originalmente, um bairro de negros. Abrigou organizações de ex-escravos e seus descendentes, como a Frente Negra Brasileira e, mais tarde, o Paulistano da Glória, que foi um sindicato de domésticas que virou escola de samba e era liderado pelo sambista Geraldo Filme. Durante o século XIX, imigrantes portugueses e italianos construíram sobrados que, com o tempo, viraram pensões e repúblicas que seriam habitadas, nas primeiras décadas do século XX, por imigrantes japoneses. A presença japonesa no bairro começa quando, em 1912, os imigrantes japoneses começaram a residir na rua Conde de Sarzedas, ladeira íngreme, onde, na parte baixa, havia um riacho e uma área de várzea. Um dos motivos de procurarem essa rua é que quase todos os imóveis tinham porões, e os aluguéis dos quartos no subsolo eram incrivelmente baratos. Nesses quartos, moravam apenas grupos de pessoas. Para aqueles imigrantes, aquele cantinho da cidade de São Paulo significava esperança por dias melhores. Por ser um bairro central, de lá poderiam se locomover facilmente para os locais de trabalho.
Já nessa época, começaram a surgir as atividades comerciais: uma hospedaria, um empório, uma casa que fabricava tofu (queijo de soja), outra que fabricava manju (doce japonês) e também firmas agenciadoras de empregos, formando, assim, a "rua dos japoneses". Em 1915, foi fundada a Taisho Shogakko (Escola Primária Taisho), que ajudou na educação dos filhos de japoneses, então em número aproximado de 300 pessoas. Em 1932, eram cerca de 2 mil os japoneses na cidade de São Paulo. Eles vinham diretamente do Japão e também do interior de São Paulo, após encerrarem o contrato de trabalho na lavoura. Todos vinham em busca de uma oportunidade na cidade. Cerca de 600 japoneses moravam na rua Conde de Sarzedas. Outros moravam nas ruas Irmã Simpliciana, Tabatinguera, Conde do Pinhal, Conselheiro Furtado, dos Estudantes e Tomás de Lima (hoje Mituto Mizumoto), onde, em 1914, foi fundado o Hotel Ueji, pioneiro dos hotéis japoneses em São Paulo. Os japoneses trabalhavam em mais de 60 atividades, mas quase todos os estabelecimentos funcionavam para atender a coletividade nipo-brasileira. Em 12 de outubro de 1946, foi fundado o jornal São Paulo Shimbun, o primeiro no pós-guerra entre os nikkeis. Em 1º de janeiro de 1947, foi a vez do Jornal Paulista. No mesmo ano, foi inaugurada a Livraria Sol (Taiyodo), ainda hoje presente no bairro da Liberdade, que passa a importar livros japoneses através dos Estados Unidos. A agência de viagens Tunibra inicia as atividades no mesmo ano. Uma orquestra formada pelo professor Masahiko Maruyama faz o primeiro concerto do pós-guerra em março de 1947, no auditório do Centro do Professorado Paulista, na Avenida Liberdade.
Em 23 de julho de 1953, Yoshikazu Tanaka inaugurou, na rua Galvão Bueno, um prédio de 5 andares, com salão, restaurante, hotel e uma grande sala de projeção no andar térreo, para 1 500 espectadores, batizado de Cine Niterói. Eram exibidos, semanalmente, filmes diferentes produzidos no Japão, para o entretenimento dos japoneses de São Paulo. A rua Galvão Bueno passa a ser o centro do bairro japonês, crescendo ao redor do Cine Niterói, tendo recebido parte dos comerciantes expulsos da rua Conde de Sarzedas. Era ali que os japoneses podiam encontrar um cantinho do Japão e matar saudades da terra natal. Na sua época áurea, funcionavam, na região, os cines Niterói, Nippon (na rua Santa Luzia atual sede da Associação Aichi Kenjin kai), Joia (na praça Carlos Gomes hoje casa de shows) e Tokyo (rua São Joaquim também igreja). Em abril de 1964, foi inaugurado o prédio da Associação Cultural Japonesa de São Paulo (Bunkyô) na esquina das ruas São Joaquim e Galvão Bueno. O ano de 1968 representou o início das mudanças no bairro. A Diametral Leste-Oeste obrigou o Cine Niterói, marco inicial da prosperidade do bairro, a se mudar para a esquina da Avenida Liberdade com a Rua Barão de Iguape (atualmente no local o Hotel Barão Lu). A rua Conselheiro Furtado, que era estreita, foi alargada, diminuindo a força comercial do local. Além disso, com a construção da Estação Liberdade do metrô, na década de 1970, alguns pontos comerciais da Rua Galvão Bueno e da Avenida Liberdade desapareceram. A Liberdade deixou de ser um reduto exclusivo dos japoneses. Muitos deixaram de residir na região, mantendo apenas seus estabelecimentos comerciais. Com isso, o bairro passou a ser procurado também por chineses e coreanos, o que fez com que o bairro não fosse apenas conhecido como o "bairro japonês", mas também como o "bairro oriental" de São Paulo. Além de lojas, restaurantes e bares orientais, o bairro passou a oferecer outros atrativos. A Praça da Liberdade é utilizada como palco para manifestações culturais, como o bon odori, dança folclórica japonesa. Os palcos dos cinemas passaram a receber também artistas e cantores japoneses.
Graças à iniciativa da Associação da Liberdade, o bairro recebeu decoração no estilo oriental, com a instalação de lanternas suzurantõ. Em 1973, a Liberdade foi vencedora do concurso de decoração de ruas das festas natalinas. Em 28 de janeiro de 1974, a Associação de Confraternização dos Lojistas passou a ser chamada oficialmente de Associação dos Lojistas da Liberdade. Seu primeiro presidente, Tsuyoshi Mizumoto, buscou a caracterização do bairro oriental. A Feira Oriental passou a ser organizada nas tardes de domingo, com barracas de comida típica e de artesanato, na Praça da Liberdade. No dia 18 de junho de 1978, por ocasião da comemoração dos 70 anos da imigração japonesa no Brasil, iniciou-se a prática do Rádio Taissô, na praça da Liberdade. São dezenas de pessoas que fazem uma sessão diária de ginástica. Nas décadas de 1980 e 1990, pequenas mudanças ocorreram. As casas noturnas foram gradativamente substituídas por karaokês, uma nova mania que começava a tomar conta do bairro. Atualmente, o bairro é conhecido como um bairro turístico. A rua Galvão Bueno, a rua São Joaquim e a Praça da Liberdade são pontos do bairro que transmitem melhor a presença japonesa. O bairro atrai muitos nipo-brasileiros pelo comércio de roupas, alimentos, utensílios, festas típicas, entre outros, atraindo também não nipodescendentes. 
O Bairro Da Liberdade ainda guarda muito da tradição japonesa e oriental através das festas típicas que se realizam ao longo do ano segundo o calendário abaixo:

= Fevereiro: Ano-novo chinês. No início do ano, é realizada a comemoração do ano-novo chinês. São apresentadas manifestações culturais típicas do oriente, e são desejadas as boas-vindas ao ano-novo.

= Abril: Hanamatsuri. É o Festival das Flores, realizado em conjunto com a Federação das Seitas Budistas. O desfile do grande elefante branco carregando o pequeno Buda acontece no sábado.

= Junho: Campeonato de sumô da Liberdade. Grande campeonato com atletas de todo o país. Realiza-se, aqui, a seleção dos atletas juvenis que representarão o Brasil no campeonato mundial de sumô. A arena (dohyo) e as arquibancadas são montadas em plena Praça da Liberdade.

= Julho: Tanabata Matsuri. É o Festival das Estrelas, realizado em conjunto com a Associação Miyagui Kenjinkai. As principais ruas do bairro são enfeitadas com bambu e grandes enfeites de papel simbolizando as estrelas. Os visitantes colocam um pedaço de papel com pedidos.

= Dezembro: Toyo Matsuri. É o Festival Oriental. Apresentação de várias manifestações culturais do oriente. O bairro recebe o Nobori, coloridas bandeiras verticais.

= Moti Tsuki Matsuri: o Festival de Final do Ano. O arroz é socado em pilão para a confecção do moti (bolinho de arroz), que é distribuído aos presentes para dar boa sorte. Sempre no dia 31 de dezembro.

quinta-feira, 5 de setembro de 2019

ILANA CASOY A AUTORA CRIMINALISTA

Boa Noite Notívagos...Uma das minhas Autoras Favoritas é a Investigadora Ilana Casoy. Pois seus livros levam a gente a pensar sobre os limites da crueldade Humana. As Fortes histórias reais de suas obras, nos mostra que Algumas Pessoas Já Nascem Ruins. Ilana Casoy Nascida em São Paulo, 19 de fevereiro de 1960 é uma criminóloga e escritora brasileira. É sobrinha do jornalista Boris Casoy e prima de Serginho Groismann. Formou-se em Administração na Fundação Getúlio Vargas. Dedicou-se a estudar perfis psicológicos de criminosos, especialmente de serial killers. Ilana Casoy já publicou outros livros sobre crimes que ficaram famosos no Brasil, como A Prova é a Testemunha, relato inédito do Caso Nardoni, e O Quinto Mandamento Caso de Polícia, sobre o assassinato do casal Richthofen. Colaborou com o site do canal Investigação Discovery entre 2012 e 2013.
Atualmente, assina uma coluna na revista Brasileiros. A escritora dedica-se também a ficção. A especialista em crimes, que já fez um estágio na polícia científica, quando acompanhou a perícia de homicídios, participou, a convite da Fox Brasil, da criação de um perfil do psicopata Dexter Morgan, anti-herói e protagonista da série que leva o seu nome e que se tornou uma das mais cultuadas dos últimos anos. Ilana Casoy atuou como colaboradora da série escrita por Gloria Perez e dirigida por Mauro Mendonça Filho, Dupla Identidade, exibida em setembro de 2014 na Rede Globo. Bruno Gagliasso interpreta um serial killer inspirado em Ted Bundy, cujo perfil é dissecado em Serial Killers: Louco ou Cruel? A série conta ainda com Luana Piovani no papel de uma policial e psicóloga forense, especialista em caçar serial killers. Em 2014, fez participações especiais no programa Domingo Legal, avaliando os participantes da série Os Paranormais.
Ilana Casoy é criminóloga, e é considerada a maior especialista em assassinos em série do Brasil. Ela é responsável por livros de sucesso como "Casos de Família - Arquivos Richthofen e Arquivos Nardoni" e "Serial Killers - Anatomia do Mal". Ilana Casoy já publicou outros livros sobre crimes que ficaram famosos no Brasil, como A Prova é a Testemunha, relato inédito do Caso Nardoni, e O Quinto Mandamento Caso de Polícia, sobre o assassinato do casal Richthofen, reunidos pela DarkSide Books no livro Casos de Família. Colaborou com o site do canal Investigação Discovery entre 2012 e 2013. A especialista em crimes que já fez um estágio na polícia científica, quando acompanhou a perícia de homicídios participou, a convite da Fox Brasil, da criação de um perfil do psicopata Dexter Morgan, anti-herói e protagonista da série que leva o seu nome e que se tornou uma das mais cultuadas dos últimos anos. Casoy atuou também como colaboradora da série escrita por Gloria Perez e dirigida por Mauro Mendonça Filho, Dupla Identidade (2014), exibida pela Rede Globo. Bruno Gagliasso interpretou um serial killer inspirado em Ted Bundy, cujo perfil é dissecado em Serial Killers: Louco ou Cruel? A série contou ainda com Luana Piovani no papel de uma policial e psicóloga forense, especialista em caçar serial killers.
OBRAS DE ILANA CASOY:
= Serial Killer, Louco ou Cruel (Ediouro, 2008)
= O Quinto Mandamento (Ediouro, 2009)
= Serial Killer Made in Brazil (Ediouro, 2010)
= A prova é a testemunha (Lafonte, 2010)
= Arquivos Serial Killers – Louco ou cruel? Made in Brazil (Darkside Books, 2014)
= Casos de Família - Arquivos Richthofen e Arquivos Nardoni (Darkside Books, 2016)

quarta-feira, 4 de setembro de 2019

O DOUTRINADOR DA GUARÁ ENTRETENIMENTO

Boa Noite Notívagos...Finalmente o Brasil Tem Um Anti-Heroi Para Nos Livrar Da Corrupção Social, é O Temido Doutrinador. Tudo começou em 2010, quando o designer gráfico e quadrinista Luciano Cunha criou o Doutrinador, um ex-militar que calça coturno, veste camisetas de bandas de rock e usa máscara de gás para esconder a identidade e um fuzil semiautomático para combater a corrupção e perseguir políticos corruptos. O anti-herói brasileiro que ficou famoso nas redes sociais durante as manifestações de meados de 2013 e ganhou duas edições independentes em papel nos últimos dois anos é a ponta de lança da Guará Entretenimento, criada recentemente em parceria com o produtor Gabriel Wainer e uma das atrações da terceira edição da Comic Con Experience, que começa hoje e vai até domingo, em São Paulo. Misto de editora, agência e núcleo criativo, a empresa tem como objetivos engendrar um universo de personagens e produtos como revistas de quadrinhos seriadas, jogos de videogame e de tabuleiro e administrar a adaptação de tudo isso para outros meios, como o cinema e a TV, uma tentativa ambiciosa de criar uma Marvel tupiniquim. Entre os parceiros dessa iniciativa estão duas das maiores distribuidoras de cinema brasileiras, Downtown e Paris Filmes. Wainer e Cunha dizem que o mercado brasileiro de revistas de banca representa um público de 65 milhões de leitores, e 85% do consumo desses produtos é feito em papel. Segundo eles, há muito a ser explorado e a ideia é usar o talento de artistas brasileiros que já têm conhecimento na área. São os desenhistas e roteiristas de quadrinhos que trabalham para as grandes editoras americanas e europeias, como Mike Deodato Jr., Will Conrad, Ivan Reis, Rafael Albuquerque e Rafael Grampá.
— Nós começamos a olhar outros trabalhos desses quadrinistas que trabalham para a Marvel e a DC ( Comics ). E pensamos: como é que a gente vê o trabalho desses caras com grandes personagens, queridos pelo mundo todo, e não vê algo autoral deles. Corrigindo, a gente até vê, por exemplo, do Danilo Beyruth, do Rafael Grampá e do Rafael Albuquerque. O trabalho autoral deles tem tiragem pequena, só vende nas livrarias, custa entre R$ 40 e R$ 50, não são obras populares. Ou, então, são HQs superindependentes, feitas na raça. O quadrinista brasileiro é um guerreiro diz Wainer. O olhar para esse mercado, segundo os sócios, tem um diferencial que está na abordagem comercial dos personagens. Coisa que, de acordo com ambos, poucos artistas no Brasil, como Maurício de Sousa e Ziraldo, conseguiram alcançar:

— O nosso diferencial é que vamos pensar os personagens como marcas. O mercado editorial de quadrinhos brasileiro não pensa assim. Nós achamos que, antes da abordagem editorial, vem a mercadológica. Queremos que isso tenha um retorno, se transforme em outros produtos e passe para outras mídias. E tenha sequência. Temos um monte de gente talentosa que trabalha para fora e, quando faz alguma coisa autoral, não dá sequência. Porque não tem trabalho de marketing, não tem nada. Essas coisas têm que ser trabalhadas como produto. Tem muita gente que tem um conteúdo que é mais específico e tudo bem. A gente quer pegar os personagens que têm apelo e explorar isso,explica Cunha.
Além do Doutrinador, que tem um projeto de adaptação para o cinema bem encaminhado, a Guará está trabalhando na criação de mais cinco personagens ou grupos que têm como caraterística o realismo e traços bem brasileiros. Entre os primeiros destaques, estão Penélope, definida como uma espécie de Jessica Jones, e Os Desviantes, um grupo que adquire poderes de uma forma incomum: graças a experiências transumanistas. A Guará Entretenimento lançou sua nova série em quadrinhos, protagonizada pelo personagem Santo. A criação é de Luciano Cunha e Gabriel Wainer, conta com desenhos de Mikhael RS e cores de Alzir Alves, e faz parte do mesmo universo ficcional do Doutrinador, o vigilante brasileiro caçador de corruptos que está sendo adaptado para os cinemas. Santo mostra as aventuras de Salvador Sales, um homem que rejeita sua forte mediunidade desde menino. Mas, ao presenciar um ataque a um centro de umbanda perpetrado por uma sociedade ocultista secreta, decide usar seus poderes paranormais para investigar e combater os agressores racistas. Agindo sozinho, ele desmascara poderosos inimigos e abraça um ideal de luta contra falsos profetas e mercadores da fé.

- “A missão da Guará é fazer uma imersão na alma brasileira, mostrar que somos excelentes contadores de histórias, como já dizia Flavio Colin. Temos talentos de sobra no país para tal.” afirmam Luciano Cunha e Gabriel Wainer. “Vamos desbravar nossos mitos, nossas cidades, nosso povo, e provar que, sim, podemos ter nossos heróis.”
Enfim Notívagos...Doutrinador Veio Pra Ficar,A Guará Entretenimento é um misto da editora, núcleo criativo e produtora, e nasceu durante o processo de adaptação do Doutrinador. A Guará Entretenimento Tambem vão lançar a edição 4 do Doutrinador, junto aos já confirmados PENÉLOPE, OS DESVIANTES e O DOUTRINADOR.Vale a Pena Conferir Todos os Impactantes Personagens Deles,Vlw Galera Ate.

segunda-feira, 2 de setembro de 2019

SÉRIE SPECTROS NO BAIRRO DA LIBERDADE - SP

Boa Noite Notívagos...Spectros a Nova Série da Netflix é ambientada na Liberdade. Spectros é uma série sobrenatural original e brasileira,ambientada no bairro da Liberdade, em São Paulo. Gira em torno de um grupo de cinco adolescentes acidentalmente atraídos para uma realidade sobrenatural que eles não podem compreender e que se conecta ao mesmo local da cidade em 1858. Quando confrontado por eventos cada vez mais bizarros e sombrios, o grupo chega a uma conclusão inevitável,a de que alguém está trazendo a morte de volta e os espíritos querem vingança pelos erros cometidos no passado. Douglas Petrie é produtor executivo e diretor. Danilo Mesquita é o protagonista do seriado, que terá ainda Enzo Barone, e as estreantes Claudia Okuno, Pedro Carvalho e Mariana Sena. O thriller sobrenatural será estrelado por Danilo Mesquita, Enzo Barone,Claudia Okuno, Pedro Carvalho e Mariana Sena. A direção ficou a cargo de Douglas Petrie, roteirista de Os Defensores, Demolidor e Buffy: A Caça-Vampiros. Petrie também será o produtor executivo da série. No bairro da Liberdade, em São Paulo, um grupo de adolescentes se vê em meio a uma disputa envolvendo forças sobrenaturais e espíritos. Em sua primeira temporada, Spectros contará a história de cinco adolescentes do bairro Liberdade, lugar conhecido mundialmente por sua grande comunidade japonesa. O grupo será misteriosamente atraído para uma realidade sobrenatural conectada com o mesmo local da cidade, porém em 1858. Os jovens não conseguem compreender essa mudança repentina, e mesmo assim acabam enfrentando eventos extremamente bizarros e sombrios. Eles chegam a conclusão de que algo está tentando trazer a morte de volta, fazendo com que os espíritos queiram vingança pelo passado. A Netflix volta a apostar em produções sobrenaturais e desta vez escolheu o bairro da Liberdade, como cenário. O thriller apresenta eventos cada vez mais bizarros e sombrios, fazendo seus personagens lidarem com espíritos vingativos. Baseada em conceito desenvolvido por Anderson Almeida, Antonio de Freitas e Michael Ruman, a série foi criada por Douglas Petrie, que também é produtor executivo e diretor.
Se você assim como Eu, é Fascinado Pela Cultura Asiática,Voce Precisa conhecer a Liberdade,um Dia passeado pelas Ruas do Bairro Da Liberdade,vão te deixar ainda mais Encantado Por essa Cultura Milenar e Extraordinaria. Liberdade é um bairro turístico situado na zona central do município de São Paulo pertencente em parte ao distrito da Liberdade e em parte ao distrito da Sé. É conhecido como o maior reduto da comunidade japonesa no município, comunidade esta que é considerada a maior do mundo fora do Japão. No século XIX, o bairro era conhecido como Bairro da Pólvora, em referência à Casa da Pólvora, construída em 1754 no largo da Pólvora. Era uma região periférica da cidade, e ficava no caminho entre o Centro da cidade de São Paulo e o então município de Santo Amaro. No bairro, se localizava o largo da Forca, assim nomeado em função da presença de uma forca que era utilizada para a execução da pena de morte. A forca havia sido transferida da rua Tabatinguera em 1604 a pedido dos religiosos do Convento do Carmo e funcionou até 1870. A partir de então, o largo passou a se chamar Largo da Liberdade, e o nome se estendeu a todo o bairro. Existem duas versões para a adoção do nome "Liberdade"ː uma diz que é uma referência a um levante de soldados que reivindicavam o aumento de seus salários à coroa portuguesa em 1821, e que teria resultado no enforcamento dos soldados Chaguinhas e Cotindiba. O público que acompanhava a execução, ao ver que as cordas que prendiam Chaguinhas arrebentaram várias vezes, teria começado a gritar "liberdade, liberdade". Outra versão diz que o nome Liberdade é uma referência à abolição da escravidão.
Em 1779, próximo ao então largo da Forca, foi instalado o primeiro cemitério público aberto da cidade, destinado a enterrar indigentes e condenados à forca. O cemitério funcionou até 1858, quando foi inaugurado o cemitério da Consolação em terras doadas pela Marquesa de Santos. Conhecido atualmente por ser um bairro de orientais, a Liberdade era, originalmente, um bairro de negros. Abrigou organizações de ex-escravos e seus descendentes, como a Frente Negra Brasileira e, mais tarde, o Paulistano da Glória, que foi um sindicato de domésticas que virou escola de samba e era liderado pelo sambista Geraldo Filme. Durante o século XIX, imigrantes portugueses e italianos construíram sobrados que, com o tempo, viraram pensões e repúblicas que seriam habitadas, nas primeiras décadas do século XX, por imigrantes japoneses. A presença japonesa no bairro começa quando, em 1912, os imigrantes japoneses começaram a residir na rua Conde de Sarzedas, ladeira íngreme, onde, na parte baixa, havia um riacho e uma área de várzea. Um dos motivos de procurarem essa rua é que quase todos os imóveis tinham porões, e os aluguéis dos quartos no subsolo eram incrivelmente baratos. Nesses quartos, moravam apenas grupos de pessoas. Para aqueles imigrantes, aquele cantinho da cidade de São Paulo significava esperança por dias melhores. Por ser um bairro central, de lá poderiam se locomover facilmente para os locais de trabalho.
Já nessa época, começaram a surgir as atividades comerciais: uma hospedaria, um empório, uma casa que fabricava tofu (queijo de soja), outra que fabricava manju (doce japonês) e também firmas agenciadoras de empregos, formando, assim, a "rua dos japoneses". Em 1915, foi fundada a Taisho Shogakko (Escola Primária Taisho), que ajudou na educação dos filhos de japoneses, então em número aproximado de 300 pessoas. Em 1932, eram cerca de 2 mil os japoneses na cidade de São Paulo. Eles vinham diretamente do Japão e também do interior de São Paulo, após encerrarem o contrato de trabalho na lavoura. Todos vinham em busca de uma oportunidade na cidade. Cerca de 600 japoneses moravam na rua Conde de Sarzedas. Outros moravam nas ruas Irmã Simpliciana, Tabatinguera, Conde do Pinhal, Conselheiro Furtado, dos Estudantes e Tomás de Lima (hoje Mituto Mizumoto), onde, em 1914, foi fundado o Hotel Ueji, pioneiro dos hotéis japoneses em São Paulo. Os japoneses trabalhavam em mais de 60 atividades, mas quase todos os estabelecimentos funcionavam para atender a coletividade nipo-brasileira. Em 12 de outubro de 1946, foi fundado o jornal São Paulo Shimbun, o primeiro no pós-guerra entre os nikkeis. Em 1º de janeiro de 1947, foi a vez do Jornal Paulista. No mesmo ano, foi inaugurada a Livraria Sol (Taiyodo), ainda hoje presente no bairro da Liberdade, que passa a importar livros japoneses através dos Estados Unidos. A agência de viagens Tunibra inicia as atividades no mesmo ano. Uma orquestra formada pelo professor Masahiko Maruyama faz o primeiro concerto do pós-guerra em março de 1947, no auditório do Centro do Professorado Paulista, na Avenida Liberdade.
Em 23 de julho de 1953, Yoshikazu Tanaka inaugurou, na rua Galvão Bueno, um prédio de 5 andares, com salão, restaurante, hotel e uma grande sala de projeção no andar térreo, para 1 500 espectadores, batizado de Cine Niterói. Eram exibidos, semanalmente, filmes diferentes produzidos no Japão, para o entretenimento dos japoneses de São Paulo. A rua Galvão Bueno passa a ser o centro do bairro japonês, crescendo ao redor do Cine Niterói, tendo recebido parte dos comerciantes expulsos da rua Conde de Sarzedas. Era ali que os japoneses podiam encontrar um cantinho do Japão e matar saudades da terra natal. Na sua época áurea, funcionavam, na região, os cines Niterói, Nippon (na rua Santa Luzia atual sede da Associação Aichi Kenjin kai), Joia (na praça Carlos Gomes hoje casa de shows) e Tokyo (rua São Joaquim também igreja). Em abril de 1964, foi inaugurado o prédio da Associação Cultural Japonesa de São Paulo (Bunkyô) na esquina das ruas São Joaquim e Galvão Bueno. O ano de 1968 representou o início das mudanças no bairro. A Diametral Leste-Oeste obrigou o Cine Niterói, marco inicial da prosperidade do bairro, a se mudar para a esquina da Avenida Liberdade com a Rua Barão de Iguape (atualmente no local o Hotel Barão Lu). A rua Conselheiro Furtado, que era estreita, foi alargada, diminuindo a força comercial do local. Além disso, com a construção da Estação Liberdade do metrô, na década de 1970, alguns pontos comerciais da Rua Galvão Bueno e da Avenida Liberdade desapareceram. A Liberdade deixou de ser um reduto exclusivo dos japoneses. Muitos deixaram de residir na região, mantendo apenas seus estabelecimentos comerciais. Com isso, o bairro passou a ser procurado também por chineses e coreanos, o que fez com que o bairro não fosse apenas conhecido como o "bairro japonês", mas também como o "bairro oriental" de São Paulo. Além de lojas, restaurantes e bares orientais, o bairro passou a oferecer outros atrativos. A Praça da Liberdade é utilizada como palco para manifestações culturais, como o bon odori, dança folclórica japonesa. Os palcos dos cinemas passaram a receber também artistas e cantores japoneses.
Graças à iniciativa da Associação da Liberdade, o bairro recebeu decoração no estilo oriental, com a instalação de lanternas suzurantõ. Em 1973, a Liberdade foi vencedora do concurso de decoração de ruas das festas natalinas. Em 28 de janeiro de 1974, a Associação de Confraternização dos Lojistas passou a ser chamada oficialmente de Associação dos Lojistas da Liberdade. Seu primeiro presidente, Tsuyoshi Mizumoto, buscou a caracterização do bairro oriental. A Feira Oriental passou a ser organizada nas tardes de domingo, com barracas de comida típica e de artesanato, na Praça da Liberdade. No dia 18 de junho de 1978, por ocasião da comemoração dos 70 anos da imigração japonesa no Brasil, iniciou-se a prática do Rádio Taissô, na praça da Liberdade. São dezenas de pessoas que fazem uma sessão diária de ginástica. Nas décadas de 1980 e 1990, pequenas mudanças ocorreram. As casas noturnas foram gradativamente substituídas por karaokês, uma nova mania que começava a tomar conta do bairro. Atualmente, o bairro é conhecido como um bairro turístico. A rua Galvão Bueno, a rua São Joaquim e a Praça da Liberdade são pontos do bairro que transmitem melhor a presença japonesa. O bairro atrai muitos nipo-brasileiros pelo comércio de roupas, alimentos, utensílios, festas típicas, entre outros, atraindo também não nipodescendentes. 
O Bairro Da Liberdade ainda guarda muito da tradição japonesa e oriental através das festas típicas que se realizam ao longo do ano segundo o calendário abaixo:

= Fevereiro: Ano-novo chinês. No início do ano, é realizada a comemoração do ano-novo chinês. São apresentadas manifestações culturais típicas do oriente, e são desejadas as boas-vindas ao ano-novo.

= Abril: Hanamatsuri. É o Festival das Flores, realizado em conjunto com a Federação das Seitas Budistas. O desfile do grande elefante branco carregando o pequeno Buda acontece no sábado.

= Junho: Campeonato de sumô da Liberdade. Grande campeonato com atletas de todo o país. Realiza-se, aqui, a seleção dos atletas juvenis que representarão o Brasil no campeonato mundial de sumô. A arena (dohyo) e as arquibancadas são montadas em plena Praça da Liberdade.

= Julho: Tanabata Matsuri. É o Festival das Estrelas, realizado em conjunto com a Associação Miyagui Kenjinkai. As principais ruas do bairro são enfeitadas com bambu e grandes enfeites de papel simbolizando as estrelas. Os visitantes colocam um pedaço de papel com pedidos.

= Dezembro: Toyo Matsuri. É o Festival Oriental. Apresentação de várias manifestações culturais do oriente. O bairro recebe o Nobori, coloridas bandeiras verticais.

= Moti Tsuki Matsuri: o Festival de Final do Ano. O arroz é socado em pilão para a confecção do moti (bolinho de arroz), que é distribuído aos presentes para dar boa sorte. Sempre no dia 31 de dezembro.

Postagens Populares

Postagens Populares