quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Os Nove Ciclos Do Inferno De Dante Alighieri

 
Boa Noite Notívagos...Os Temidos Nove Ciclos do clássico Inferno de Dante,pode se tornar real em nosso Mundo,no novo Filme INFERNO baseado no polêmico livro de Dan Brown. O Inferno é a primeira parte da "Divina Comédia" de Dante Alighieri, sendo as outras duas o Purgatório e o Paraíso. Está dividido em trinta e quatro cantos,de uma divisão de longas poesias, possuindo um canto a mais que as outras duas partes, que serve de introdução ao poema. A viagem de Dante é uma alegoria através do que é essencialmente o conceito medieval de Inferno, guiada pelo poeta romano Virgílio. No poema, o inferno é descrito com nove círculos de sofrimento localizados dentro da Terra. Foi escrito no início do século XIV. Os mais variados pintores de todos os tempos criaram ilustrações sobre esta obra, se destacando Botticelli, Gustave Doré e Dalí. O inferno é formado por Nove Círculos, Três Vales, Dez Fossos e Quatro Esferas. Essa organização foi baseada na teoria medieval de que o universo era formado por círculos concêntricos. O inferno foi criado da queda de Lúcifer do Céu. Lúcifer teria caído em Jerusalém, a Terra Santa, portanto, ali está o Portal do Inferno. O inferno torna-se mais profundo a cada círculo, pois os pecados são mais graves. Portanto os pecados menos graves estão logo no início, e os mais graves no final.
Os 9 círculos do inferno de Dante Alighieri:  
- Primeiro Círculo, o Limbo (Virtuosos pagãos)
- Segundo Círculo, Vale dos Ventos (Luxúria)
- Terceiro Círculo, Lago de Lama (Gula)
- Quarto Círculo, Colinas de Rochas (Ganância)
- Quinto Círculo, Rio Estige (Ira)
- Sexto círculo, Cidade de Dite/Dis (Heresia)
- Sétimo círculo, Vale do Flegetonte (Violência)
- Oitavo círculo, o Maleboge (Fraude)
- Nono Círculo, lago Cocite (Traição) 
 
= Primeiro Círculo, o Limbo (Virtuosos Pagãos): 
Dante desmaia no vestíbulo do inferno e quando acorda já está aqui. Antes do Limbo há um abismo sem fim, de onde se ouve os gritos dos pecadores. No Limbo estão aqueles que morreram antes da chegada de Jesus ao mundo, os pagãos virtuosos, e os não-batizados, principalmente crianças. As almas são fadadas a vagar sem destino na mais completa escuridão - onde não é possível enxergar nada, segundo Dante - que representa a mente que nunca foi iluminada pela mensagem do Evangelho. Ao contrário dos outros círculos do Inferno, no Limbo as almas não gritam de dor; aqui só podem ser ouvidos os seus suspiros. Aqui Dante encontra Horácio, Homero, Ovídio e Lucano, sendo Virgílio deste círculo. Dante pergunta a Virgílio se alguém do Limbo já foi levado para o céu, Virgílio diz que Deus já levou dali a alma de Adão, de Abel, de Noé, de Abraão, de David, de Jacó, de Isaac e seus filhos, de Raquel, e muitas outras almas, e que antes disso, nenhum espírito havia se salvado. No limbo está situado o Castelo da Ciência Humana, com Sete Muralhas: O Trivium (Lógica, Gramática e Retórica) e o Quadrivium (Aritmética, Astronomia, Geometria e Música), ao redor do castelo estás o Rio Eloqüência. Neste castelo estão os personagens virtuosos e bondosos que morreram pagãos: Electra, Heitor, Eneias, César, Camila, Pentesileia, Latino e sua filha Lavínia. Saladino, os filósofos gregos Platão e Sócrates, perto deles está Demócrito, Diógenes de Sínope, Anaxágoras, Tales, Empédocles, Heráclito e Zenão, Dioscórides, Orfeu, Túlio, Lino, Sêneca, o geômetra Euclides, Ptolomeu, Hipócrates, Avicena, Galeno e Averróis.

= Segundo Círculo, Vale dos Ventos (Luxúria):
Aqui está a Sala do Julgamento, onde Minos, o juiz do inferno, ouve as confissões dos mortos, que sempre dizem a verdade, pois não têm mais o dom da inteligência. E os condena a um círculo no inferno dessa maneira: se enrola em sua cauda tantas vezes quantos círculos quer que o pecador desça. Logo depois está o Vale dos Ventos, onde padecem os luxuriosos, que sofrem e blasfemam contra Deus, enquanto são atormentados e arrebatados por um furacão e turbilhões de vento que não param nunca, arrastando os espíritos com violência, atormentando-os, ferindo-os e rolando-os. Em vida, eles eram levados por suas paixões, que os arrastavam como o vento; agora é o vento incessante que os arrasta no inferno. Aqui está Semíramis, Cleópatra, Helena, Aquiles, Páris, Tristão e "mais mil almas que foram desfeitas pelo amor". Aqui também está Francesca de Rimini e seu amante Paulo Malatesta, que é seu cunhado.

= Terceiro Círculo, Lago de Lama (Gula):
Aqui estão os Gulosos. Atolados numa lama suja e espessa e atormentados por uma tempestade fortíssima de granizo, gelo, neve e torrões de água suja que caem sem parar. Segundo Dante, os gulosos jazem imersos no próprio vômito. Cérbero, o cão de três cabeças, com apetite insaciável, arranha, esfola, esmaga, dilacera e esquarteja os espíritos dos gulosos. O prazer solitário da gula é ampliado no inferno, onde estes estão solitários na lama, sem falar com seus vizinhos. Em vida o prazer e o conforto de comer alegremente além dos limites é o desconforto de uma dolorosa chuva gelada, Cérbero representa a gula, o apetite sem limites. Aqui está Ciacco, um político florentino, o único guloso que não está submerso na lama, tendo falado com Dante, fazendo previsões sobre o futuro de Florença.

= Quarto Círculo - Colinas de Rocha (Ganância): 
Aqui estão os Pródigos e Avarentos. Neste círculo repleto de montanhas, suas riquezas materiais se transformaram em grandes pesos de barras e moedas de ouro que um grupo deve empurrar contra o outro e também trocarem-se injúrias, pois suas atitudes em relação à riqueza foram opostas. Aqui habitam Plutão e Fortuna, que na mitologia grega, são deuses da riqueza. É descrito até a metade do Canto 7.
= Quinto Círculo - Rio Estige (Ira): 
Na entrada para este círculo está uma cachoeira de água e sangue borbulhante e fervente cuja água era mais escura que roxa. A água desce algumas praias e forma um lago que se chama Estige, onde estão amontoados os acusados de ira, que estão juntos batendo-se e torturando-se numa raiva sem fim. No fundo do Estige estão os rancorosos que nunca demonstraram sua ira; eles não podem subir à superfície e ficam na lama do fundo do rio, soltando as bolhas que se veem na superfície. Flégias ,que incendiou o templo de Apolo por este ter violado sua filha,vêm fazendo com sua barca a travessia do rio Estige. Quando Dante e Virgílio fazem a travessia, Filipe Argenti, um nobre florentino, se agarra ao barco e fala com Dante, sendo depois puxado para o pântano pelo seus companheiros. É descrito no final do Canto 7, continua no Canto 8 com a chegada de Flégias, sua descrição acaba na metade do canto 8. Cidade de Dite/Dis: A Cidade de Dite serve de divisão entre os pecados cometidos sem intenção (culpa) e os pecados cometidos conscientemente (dolo). É cercada por fogo, fossos profundos e por muralhas de ferro, sobre as portas da cidade estão mais de mil anjos caídos. No alto de uma torre estão as três Erinias (Megera, Aleto e Tisífone) enroladas em hidras e a Medusa. Inicialmente os demônios não abrem a porta de Dite para Dante e Virgílio, então para auxiliá-los, surge um anjo que chegou à porta e abriu-a, sem nenhuma oposição.

= Sexto Círculo, Cemitério de Fogo (Heresia): 
É um cemitério que abriga vários grupos hereges, entre eles, aqueles que não acreditaram na existência de Deus e de Jesus Cristo como Seu Filho, como os seguidores das doutrinas de Epicuro, que negava a sobrevivência da alma após a morte corporal. Eles estão confinados em túmulos abertos de onde sai o fogo eterno (é um paralelo de Dante á punição que a Igreja dava aos hereges: serem queimados em fogueiras). Em cada túmulo há mais de mil condenados. Em um dos túmulos está Farinata degli Uberti, um político florentino, neste mesmo túmulo está Frederico II e o Cardeal Ottaviano degli Ubaldini. Logo depois dos muros da cidade há mais alguns túmulos, num deles está o Papa Anastácio II. É descrito a partir da metade do Canto 8, que termina pouco depois que Dante e Virgílio chegam em Dite, continua no canto 9 e no Canto 10, acabando no início do Canto 11.

= Sétimo círculo, Vale do Flegetonte (Violência): 
No fim do sexto círculo há um alto precipício circular,de onde vem um terrível cheiro que leva ao sétimo círculo, onde estão os violentos, que distribuem-se por três vales ou giros. No canto 11 Virgílio descreve a justiça do inferno. O sétimo círculo é descrito do canto 12 ao canto 17, cada canto descrevendo um vale e os últimos três a cachoeira. Primeiro Vale - Vale do rio Flegetonte (violência contra o próximo): Segundo Vale - Vale da Floresta dos Suicidas (violência contra si mesmos): Terceiro Vale - Vale do Deserto Abominável (violência contra Deus):
Cachoeiras de Sangue.

= Oitavo círculo, o Malebolge (Fraude):
Este círculo chama-se Malebolge, é todo em pedra e da cor do ferro, assim como a muralha que o cerca. Aqui estão os fraudulentos. Este círculo está dividido em dez fossos (ou Bolgias), semelhantes aos fossos que defendem certos castelos, os fossos estão ligados entre si por pontes. É descrito do Canto 18 ao 30. 

= Nono Círculo, lago Cocite (Traição): 
Gigantes obstruem a passagem do oitavo círculo para este, estão acorrentados em poços congelados, é a punição por em vida terem se revoltado contra Júpiter. Os gigantes são: Nemrode, Efialtes, Briareu, Encélado, Egeon e Anteu. Anteu ajuda Dante e Virgílio a irem para o próximo círculo, carregando-os nas mãos e colocando-os lá. O Nono Círculo é o lago Cocite, que está congelado, o lago das lamentações que fica no centro da Terra e é formado pelas lágrimas dos condenados e pelos rios do inferno que nele deságuam seu sangue. No Cocite estão imersos os traidores, representados por Lúcifer, o traidor de Deus, que aqui reside. Os traidores distribuem-se em quatro esferas diferentes, dependendo da gravidade da traição cometida. As esferas chamam-se: Caína, Antenora, Ptolomeia e Judeca.
 
 CURIOSIDADES DO INFERNO DE DANTE: 
Hades e o Mundo dos mortos da mitologia grega que influenciou o inferno de Dante. O Inferno conforme descrito por Dante na sua Divina Comédia no século XIV ficou profundamente marcado na cultura popular, e auxiliou a criar a visão de um inferno relacionado à paixão, desejo, pecado e condenação. Muitas vezes em filmes e séries ou mesmo desenhos animados ele é citado, por exemplo, o inferno da Saga de Hades, em Cavaleiros do Zodíaco/Saint Seiya de Masami Kurumada, um dos mais famosos animes foi baseado no inferno de Dante. Às vezes lugares muito quentes podem ser relacionados ao inferno descrito por Dante. A banda americana de Heavy Metal, Iced Earth, têm uma música chamada Dante's Inferno, lançada no álbum Burnt Offerings de 1995, baseada no livro de Alighieri. Ela descreve a travessia de Dante exatamente como no livro. Em 2010, foi criado o videogame Dante's Inferno relacionado à Divina Comédia, fiel às descrições de Dante Aliguieri. Em 2011, a banda Hardcore Alesana lançou um álbum baseado No Conto, o nome do álbum é "A Place Where the Sun Is Silent".
Enfim Galera...O livro Inferno de Dan Brown o professor Robert Langdon tem que seguir uma série inquietante de códigos criada por uma mente brilhante, obcecada pelo fim da superlotação no mundo e por uma das maiores obras-primas literárias de todos os tempos: A Divina Comédia de Dante Alighieri. Com isso,o álbum Underworld, da banda Symphony X, foi inspirado por Inferno. Então Fiquem ai com a Versão de Anime desse Clássico Literário,Vlw Galera Ate.

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

MJ-12 O Governo Sombra Majestic 12

 
Boa Noite Notívagos...O Misterioso Governo Sombra inspira vários Documentários,Filmes e Séries de Tv ate hoje. Mas foi em 1947 que tudo começou. O Majestic-12 ou Majic 12, às vezes escrito simplesmente como MJ-12 ou MJ-XII é um nome código de um comitê que englobaria cientistas de alto nível, líderes militares e altos funcionários do governo norte-americano, criado supostamente em 1947 e dirigido pelo então presidente dos Estados Unidos Harry S. Truman. Teria por finalidade investigar a atividade dos objetos voadores não identificados (OVNIs) no chamado "Caso Roswell", onde uma nave espacial alienígena teria caído próxima a localidade de Roswell, no Novo México-EUA, em Julho de 1947. Este alegado comitê seria responsável pela divulgação de diversas teorias, cuja finalidade seria a ocultação de diversos acontecimentos decorrentes da ação dos OVNIs no nosso planeta.


Embora varias provas apareçam a cada dia,Uma Investigações do FBI e uma análise independente de Joe Nickell, o proeminente investigador cético de fenômenos paranormais, provaram que os documentos da existência de MJ-12 ou MJ-XII são completamente falsos. Uma das maiores evidências disso é que foi encontrada uma carta original do Presidente Henry Truman, de 1 de outubro de 1947, cuja assinatura foi fotocopiada e reproduzida pelos  falsários nos documentos MJ-12. Os seus membros seriam: Alm. Roscoe H. Hillenkoetter, Dr. Vannevar Bush, James Forrestal, Gen. Nathan Twining, Gen. Hoyt Vandenberg, Gen. Robert M. Montague, Dr. Jerome Hunsaker, Rear Adm. Sidney Souers, Gordon Gray, Dr. Donald Menzel, Dr. Detlev Bronk e Dr. Lloyd Berkner. De acordo com outras fontes, alguns cientistas famosos, como é o caso de Albert Einstein, também estavam envolvidos no MJ-12.

 
Enfim Galera...O temido Governo Sombra esta entre Nós. E na cultura Pop,A organização Majestic 12 ou MJ-12 tornou-se Lendária nos círculos ufológicos e gerou vários livros e documentários. Também inspirou Séries e Filmes, como por exemplo: Men in Black MIB - Homens de Preto, Baseado nas histórias em quadrinhos de Lowell Cunningham, que depois viram populares filmes. a Série de TV Dark Skies que foi baseado na MJ-12, e a MJ-12 frustrou Mulder e Scully várias vezes na famosa série X-Files - ARQUIVO - X.Vlw Galera ate.

sábado, 7 de novembro de 2015

O Segredo Do Padre Bérenger Saunière

 
Boa Noite Notívagos...Um dos maiores mistérios literários mundiais,é o chocante segredo encontrado pelo padre Bérenger Saunière em sua igreja. François Bérenger Saunière nascido em 11 de abril de 1852, e falecido em 22 de janeiro de 1917. Foi um polêmico padre católico na aldeia francesa de Rennes-le-Château, na região de Aude, oficialmente a partir de 1885, até que foi transferido para outra aldeia em 1909 por seu bispo, uma nomeação que recusou e depois renunciou. A partir deste mesmo ano até sua morte em 1917, ele era um sacerdote não-remunerado livre, um sacerdote independente, sem uma paróquia, que não recebe qualquer salário da igreja por causa de suspensão, e que a partir de 1910 celebrou a missa em um altar construído em um conservatório, em sua Villa Bethania. A recusa de Saunière em deixar Rennes-le-Château para continuar o seu sacerdócio em outra paróquia incorreu sua suspensão permanente. Em sua lapide de pedra original de 1917 lê-se: padre de Rennes-le-Château 1885-1917. Ele seria desconhecido hoje se não fosse pelo fato de ser uma figura central em muitas das teorias da conspiração em torno de Rennes-le-Château. As teorias apontam que o padre Bérenger Saunière encontrou escondidas em sua igreja provas que mostravam evidencias reais de que Jesus Cristo e Maria madalena teria tido um relacionamento e ate mesmo um filho. E esse filho foi escondido por uma milenar sociedade secreta, e os descendentes de Jesus Cristo ainda estão na terra. Essas especulações são a base de vários documentários e livros, como Holy Blood, Holy Grail, de Michael Baigent, Richard Leigh e Henry Lincoln. Muitos elementos dessas teorias foram usados ​​mais tarde por Dan Brown em seu best-seller de 2003, O Código Da Vinci. 
 
François Bérenger Saunière nasceu em 11 de abril de 1852 em Montazels, no Distrito de Limoux, região de Aude. Ele era o mais velho de sete filhos, tendo três irmãos. Ele era o filho de Marguerite Hugues e Joseph Saunière, que era o prefeito de Montazels - Aude. Conseguiu o moinho de farinha local, e foi o mordomo do castelo do Marquês de Cazermajou. Desde 16 de julho de 1879 até 1882, Saunière foi o vigário de Alet. De junho de 1882 a 1885, era um padre da paróquia da pequena cidade de Clat. Ele era um professor no seminário de Narbona mas, por ser indisciplinado, foi nomeado para outra pequena cidade de cerca de 300 habitantes, Rennes-le-Château, em 1 de junho de 1885, com sua igreja dedicada a Santa Maria Madalena. Por causa da pregação anti-republicana, seus sermões, caindo do púlpito sobre as eleições de outubro de 1885, Saunière foi suspenso pelo ministro francês da Religião entre 1 de Dezembro 1885 a julho 1886. Deu aulas mais uma vez no seminário de Narbona. Como os moradores o queriam de volta, o prefeito da Aude reintegra Saunière. Entre 1890-1891 ele reza missa aos domingos em Antugnac. Marie Denarnaud, sua serva, se mudou para o Presbitério em Rennes-le-Château com sua família em 1890. Afirmações de que Berenger Saunière possuía uma relação ambígua com a sua serva, Maria Denarnaud, são destituídas de fundamento. Uma parte significativa do ministério de Saunière em Rennes-le-Château foi a instalação da estátua de Nossa Senhora de Lourdes, em 21 de junho de 1891, comemorando a Primeira Comunhão de 24 crianças da paróquia e "levar ao fim os exercícios espirituais do retiro que tinham sido pregados pelo Reverendo Padre Ferrafiat, missionário diocesano, da Família de são Vicente de Paulo, residente em Nossa Senhora do Marceille ",a igreja, com base em Limoux, e dedicada à Virgem Maria. O pilar visigótico agiu como um pedestal para a estátua trazendo as inscrições Mission 1891 e Penitência! Penitência!. Sua autenticidade é assunto de muito debate. Saunière alegou que era um dos dois pilares que sustentavam o altar da igreja de origem. Um pilar visigótico genuíno semelhante a um instalado por Saunière é exibido no museu de Narbona. O pilar que apoiava a estátua de Nossa Senhora de Lourdes foi transferido para o museu Saunière em 1993 por causa da decomposição e foi substituído por uma réplica de resina.
 
O presbitério foi um dos vários projetos de construção de Saunière, lançado ao redor da aldeia. Ele renovou o interior e exterior da igreja local, como recomendado pelo arquiteto Guiraud Cals no seu relatório de 1853. Um recibo datado de 5 de junho de 1887 mostra que as primeiras renovações envolveram a re-pavimentação da igreja. Um novo altar com o valor de 700 francos foi doado por uma benfeitora rica de persuasão monarquista. Marie Cavailhé, em julho de 1887, doou novos vitrais ao custo de 1.350 francos, que Saunière quitou em três parcelas em abril de 1897, abril de 1899 e janeiro de 1900. Em novembro de 1896, Saunière encomendou do escultor e pintor de prestígio Giscard de Toulouse para decorar a sua nova igreja com estátuas dos santos, Via Dolorosa, Pia Batismal com estátuas de João batizando Jesus, um baixo-relevo de Jesus dando o Sermão da Montanha acima da confessionário, e uma figura de um diabo apoiando a pia de Água Benta encimada por Anjos, fazendo o sinal da cruz, tendo as inscrições BS e Par Ce Signe Tu Le Vaincras (Nisto Pode assinar conquistá-lo). Todos os itens foram escolhidos por Saunière do catálogo de Giscard. Embora a edição de 1896 do catálogonão tenha sobrevivido, e catálogos posteriores omitam a estátua do Diabo, a cabeça tem uma semelhança com o encontrado na estátua do dragão a ser vencido por São Miguel, que também foi feita por Giscard. A soma total envolvida foi de 2.500 francos pagos em parcelas anuais de 500 Francos por Saunière, que começam a partir do final de dezembro de 1897. Após as reformas e redecorações de Saunière, a igreja foi re-dedicada na festa de Pentecostes em 1897 por seu bispo, Monsenhor Billard,A renovação de sua igreja e programas de construção de ostentação em uma pequena aldeia não poderia passar despercebido, e atraiu reações hostis, com várias denúncias repassadas por várias fontes para o Bispado de Carcassonne. O Bispado tinha avisado Saunière sobre sua venda de missas, e tinha enviado duas advertências escritas em maio de 1901. Essas advertências escritas foram repetidas em junho de 1903 e agosto de 1904. Em 1899, Saunière comprou a Comissão Diretora de Clérigos, através do qual entrou em contato com os sacerdotes e as comunidades religiosas em toda a França para solicitar pedidos de Missa. 
 
Monsenhor Paul-Félix Beuvain de Beausejour foi nomeado o novo bispo de Carcassonne, em 1902. Inicialmente a transferência de Saunière para a aldeia de Coustouge em janeiro de 1909 Saunière recusou a nomeação e renunciou em 28 de janeiro de 1909, tornando-se um padre livre, então em 27 de Maio 1910 Monsenhor Beauséjour decidiu conduzir uma investigação eclesiástica referente ao tráfico de missas, a desobediência ao Bispo, exageradas despesas injustificadas a que as taxas de missas que não foram ditas parecem ter se dedicado. Saunière teve que participar de um julgamento eclesiástico para responder a essas acusações. Em 1969, o roteirista inglês Henry Lincoln leu a versão de bolso de L'Or de Rennes, e depois, entre 1972 e 1979, produziu três documentários da BBC e duas cronicas sobre o assunto. Lincoln também foi direcionado a um dos documentos plantados por Plantard, "Les Dossiers Secrets", na Bibliothèque Nationale, em Paris. Mais tarde, Lincoln se juntou a outros dois autores, e escreveu o livro de 1982 Holy Blood, Holy Grail. Sem saber que eles estavam contando com documentos falsos como fonte, afirmaram como um "fato" de que o Priorado de Sião tivesse existido. Holy Blood, Holy Grail alegou que Saunière possivelmente encontrara evidências de que Jesus Cristo e Maria Madalena se casaram, e tiveram filhos que, mais tarde, deram origem à dinastia merovíngia. Os autores especularam que Saunière estava envolvido em transações financeiras com um homem a quem dizia ser o arquiduque Johann Salvator da Áustria, que Saunière poderia ter sido o representante do Priorado de Sião, e sua renda poderia ter se originado a partir do Vaticano II. O livro foi um best-seller, inspirando o romance best-seller O Código Da Vinci, de Dan Brown. 
 
As afirmações e teorias da conspiração aumentaram substancialmente e tornaram-se cada vez mais variadas ao longo das últimas décadas, com mais e mais autores adicionando mais e mais mitos para a história. A teoria atual favorita envolve que Saunière teria descoberto algo na cripta da sua igreja durante suas reformas em 1887. No entanto, os historiadores têm debatido as teorias reivindicadas por Holy Blood, Holy Grail, pois a maioria delas são especulativas. O canal de televisão francês France 3 fez uma minissérie em 6 partes chamada L'Or du diable, em 1989, sobre Bérenger Saunière, baseado no romance de mesmo nome de Jean Michel Thibaux publicado em 1987 e dirigido por Jean-Louis Fournier. Trazia Jean-François Balmer como o sacerdote. A riqueza de Bérenger Saunière e supostas descobertas secretas inspiraram o enredo de Tim Powers na novela de 1997 Earthquake Weather, de Marco Buticchi, em que Saunière supostamente encontrada o candelabro de sete braços do Templo de Jerusalém. Na 2 ª Temporada da série de televisão da HBO Carnivàle, um "Manuscrito de Saunière" é mencionado no episódio "Cheyenne" e é, supostamente, de muita importância para a Ordem dos Templários.
Enfim Galera...O Temido segredo que mudaria a igreja católica para sempre,o padre Bérenger Saunière levou para o seu túmulo. Mas a quem diga que sua excêntrica igreja feita para Maria Madalena,esta repleta de mensagens subliminares sobre esse devastador segredo bíblico. Então tirem as suas próprias conclusões sobre esse enigmático caso,Vlw Galera ate:

sexta-feira, 6 de novembro de 2015

O Misterio Do Priorado De Sião De Pierre Plantard

Boa Noite Notívagos...O polêmico Priorado de Sião ou Prieuré de Sion. É uma misteriosa seita antiga, das quais se destaca uma sociedade fraternal francesa fundada em 1956 por Pierre Plantard. De acordo com as divulgações de Pierre Plantard recolhidas pelos autores Henry Lincoln, Michael Baigent e Richard Leigh e publicadas na obra The Holy Blood and the Holy Grail em 1982, o Priorado de Sião seria uma sociedade secreta fundada em Jerusalém em 1099 e que juravam proteger um segredo do Santo Graal, que hipoteticamente não é um cálice, e sim a descendência humana de Jesus Cristo no Mundo. O Priorado de Sião se tornou assunto de controvérsia histórica durante as décadas de 1960 e 1980. Durante o período de 1980 foi alegado pelo próprio Plantard que o Priorado não passava de uma conspiração com o objetivo de restaurar a monarquia francesa, porém muitos teólogos e historiadores persistem em crer que há um segredo sob o Santo Graal que envolve o Priorado. O Priorado de Sião foi fundado oficialmente como uma associação francesa em 20 de julho de 1956 na comuna de Annemasse. O pedido de autorização foi efetuado em 7 de maio de 1956, na Sub-Prefeitura de Polícia de Saint-Julien-en-Genevois, mediante uma carta assinada pelos quatro fundadores: Pierre Plantard, André Bonhomme, Jean Deleaval e Armand Defago. A sede social estava estabelecida na casa de Plantard em Annemasse. A escolha do nome faz referência a uma região da cidade Annemasse denominada Mont Sion, onde os fundadores se reuniam freqüentemente. A sociedade também fazia uso da sigla CIRCUIT que significa em francês Chevalerie d'Instituições Règles et Catholiques d'Union Independente et Traditionaliste que significa Cavalaria da Instituição e Regra Católica e de União Independente Tradicionalista.
Outros estatutos do Priorado também incluem a prestação de serviços de apoio ao Catolicismo Francês e até mesmo os membros fundadores da sociedade se proclamavam aliados da Igreja Católica e descreviam o Priorado como uma autêntica sociedade Católica. O Priorado foi oficialmente dissolvido misteriosamente em Outubro de 1956, porém revivido por Plantard entre 1961 e 1963. O Priorado de Sião é considerado oficialmente extinto pelas autoridades francesas já que não apresenta atividade perceptível desde a década de 1950. Segundo a Lei Francesa ninguém detém direitos legais sobre o Priorado de Sião e com o falecer de Plantard em 2000, nenhum cidadão francês possui direitos sobre o nome e estatuto do Priorado. De acordo com Pierre Plantard, o principal fundador do Priorado de Sião, esta sociedade teria contado entre os seus membros um grande número de personagens da história parcialmente ligadas ao ocultismo, às artes e às ciências. Dentre estes membros estão: Nicolas Flamel, Leonardo da Vinci, Isaac Newton, Claude Debussy, Botticelli, Victor Hugo, Charles Nodier, Jean Cocteau entre outros. Segundo Plantard, o Priorado era a organização que influenciara de forma oculta outras sociedades como a Ordem dos Templários, a Ordem de Rosacruz e até mesmo os Maçons. De acordo com Lincoln, Baigent e Leigh, o Santo Graal seria o "Sangue real" de Cristo,atualmente os autores sugerem como hipótese que a expressão "Saint Graal" seja lida como "sang real", ou seja, a linhagem dos seus descendentes. É freqüente referida a obra de Thomas Malory,como uma prova de que certos autores medievais teriam usado a expressão sangreal no sentido de "Sangue real". Neste romance sobre o Graal figura em abundância a expressão Sangreal, mas também surge por vezes a expressão saynt greal. Deste modo, fica claro que Malory concatena por vezes as palavras Saynt e greal para construir a expressão Sangreal, sempre com o significado de "Santo Graal". A decomposição de Sangreal em duas palavras distintas, Sang e Real, é uma invenção recente dos autores Lincoln, Baigent e Leigh, para tentar obter crédito para as suas teorias acerca de uma descendência de Jesus Cristo.
Nas temáticas do Priorado, majoritariamente compostas por Plantard e pelo seu amigo Phillipe de Chérisey durante os anos 1960 e 1970, encontram-se também envolvidos outros temas e personagens históricos como a simbologia alquímica, o caso Gisors o padre Bérenger Saunière e a lenda do tesouro de Rennes-le-Château, os pintores Nicolas Poussin e David Teniers , o cruzado Godofredo de Bulhão, o Papa João XXIII entre outros. Essencial na divulgação destas temáticas junto do grande público foi o jornalista Gérard de Sède, sobretudo através das suas obras Les templiers sont parmi nous de 1962, e L'or de Rennes de 1967. No que diz respeito ao padre Bérenger Saunière e à lenda do tesouro de Rennes-le-Château, Plantard e Chérisey inspiraram-se na versão romanceada da vida do padre que fora criada por Noël Corbu a partir de 1953, ano em que este inaugurou o Hôtel de la Tour em Rennes-le-Château, no edifício que Saunière chamara de Villa Béthanie. Chérisey iria compor, nos anos sessenta, dois famosos "pergaminhos" codificados. Estes pergaminhos serviriam, juntamente com uma resenha de documentos forjados que inclui os famosos Dossiês Secretos depositada na Biblioteca Nacional de Paris entre 1964 e 1977, para tentar legitimar Plantard como descendente merovíngio e herdeiro do trono de França. Juntamente com Plantard, Chérisey inspirara-se na lenda criada por Noël Corbu de que Saunière descobrira um tesouro com a ajuda de pergaminhos codificados que teriam sido encontrados na igreja de Santa Maria Madalena em Rennes-le-Château, no final do século XIX. O historiador local René Descadeillas é o autor da primeira obra historiográfica sobre as mistificações em torno de Rennes-le-Château, Mythologie du trésor de Rennes. De forma clara, o autor explica como Gérard de Sède e Pierre Plantard começaram a montar o "dossiê" Rennes-le-Château, composto sobretudo de recortes e colagens que misturavam pessoas e factos reais com ficção e fantasia: Em 1965, apareceu na região uma personagem que não estávamos acostumados a encontrar. Era um jornalista, o senhor de Sède. Ele vinha de Paris. Era conhecido por ter, dois anos mais cedo, publicado na editora Julliard um livro, «Les Templiers Sont Parmi Nous», onde ele se tinha esforçado por demonstrar que os Templários, prevendo a interdição da sua ordem, teriam escondido os seus imensos bens no castelo de Gisors, no Vexin. Numa tarde de Março de 1966, ele chegou a Carcassonne depois de uma paragem em Villarzel-du-Razès onde lhe teriam negado, dizia ele, o acesso à biblioteca do falecido padre Courtauly. De que vinha ele à procura? Segundo ele, o padre Courtauly, falecido em 1964, possuía obras raras, nomeadamente uma obra de Stüblein, «Pierres gravées du Languedoc» , indispensável a quem quer que tentasse penetrar no mistério de Rennes. Uma olhada na «Bibliographie de l'Aude», do padre Sabarthès: a obra em questão não figurava nem sob a assinatura de Stüblein, nem sob qualquer outra. O senhor de Sède possuía também fotocópias de dois documentos estranhos pela sua disposição e pela sua grafia: eram reproduções dos pergaminhos descobertos pelo padre Saunière quando demolia o altar da sua igreja,onde teria ele obtido os originais. Aparentemente, o autor desta série de disparates tinha tentado imitar uma escrita da Idade Média. Mas a ficção era tão grosseira e tão inapropriada que um estudante de primeiro ano não a teria aceito. Foram submetidos à perspicácia do arquivista departamental. Após algumas indagações, conseguiu obter uma informação valiosa sobre estas obras: tanto a de Métraux como a de Lobineau figuravam no Catálogo Geral da Biblioteca Francesa . A obra de Lobineau figurava neste catálogo porque foi depositada na Biblioteca Nacional por Pierre Plantard em 18 de Janeiro de 1964.
Não satisfeito, Descadeillas pediu mais informações sobre a obra de Lobineau à Biblioteca Universitária de Genebra, bem com à Biblioteca Municipal da cidade: nem um sinal de uma obra com este título por Lobineau. A obra de Métraux, por outro lado, era bem real, mas era sobre a cidade Suíça de Blanquefort, e não tinha nada a ver com Rennes-le-Château. Faltava ainda determinar a origem da obra atribuída a Stüblein, Pierres gravées du Languedoc, que teria pertencido a um tal padre Courtauly, falecido em 1964. Descadeillas não refere o nome de Plantard, e a razão é simples: escrevendo no início dos anos setenta, precisamente no auge da mistificação do Priorado, o historiador não desejara meter-se em problemas citando o nome de Plantard, mas é evidente que é deste que se trata, porque Plantard apresentava-se como "Pierre Plantard de Saint-Clair, descendente de Dagoberto II", por via de uma linhagem dinástica falsificada que principiava no lendário príncipe merovíngio Segisberto IV (séc. VII). Em 1989, Pierre Plantard, desgastado pela progressiva divulgação em França da natureza fraudulenta da sua criação, decidiu negar a teoria de que o Priorado de Sião dataria de 1099 e teria sido fundado por Godofredo de Bulhão, mudando a data de fundação para o dia 17 de Janeiro de 1681. Segundo esta nova versão de Plantard, o Priorado teria sido criado nesta data, em Rennes-le-Château, por Jean-Timoleon Negri d'Ables. Pierre Plantard confessou perante a Justiça Francesa em 1993  ter criado esta sociedade com o objetivo de o legitimar para o trono de França como descendente Merovíngio. Em 1982, Lincoln, Baigent e Leigh, aproveitando a sugestão de Plantard e Chérisey de que os Merovíngios descenderiam da Casa de David, fariam com a sua obra O Santo Graal e a Linhagem Sagrada, a sugestão hipotética de que estes monarcas descenderiam de Jesus Cristo. Ao saber desta hipótese, Plantard rejeitou-a publicamente na comunicação social francesa, afirmando que os anglo-saxónicos se estavam a aproveitar das suas teorias. Numerosos autores acrescentaram detalhes a este mito moderno, mesmo após a revisão do mito em 1989 e a confissão de Plantard em 1993, criando um entrecruzamento sem fim de contra-teorias. Umberto Eco, na sua novela de 1988 o Pêndulo de Foucault, satirizou o sistema de associação sem provas que constitui o fundamento da sociedade secreta, e a forma de fazer a pseudo-história que pode ser encontrada em tantas obras que se inspiraram na fraude do Priorado e nas teorias de Lincoln, Baigent e Leigh.
O Priorado e os Templários:
Segundo Plantard, os Cavaleiros Templários e o Priorado de Sião seriam duas facetas de uma mesma organização: a primeira pública e a última secreta. Plantard afirmava que a Igreja Católica tinha traído os Merovíngios ao legitimar a dinastia carolíngia. Segundo Plantard, o Priorado teria como missão proteger os descendentes da dinastia merovíngia, organizando-se contra a Igreja Católica. Os descendentes merovíngios estiveram sempre na base de todas as heresias, desde o arianismo, passando pelos cátaros e pelos templários até o franco-maçonaria. Segundo Plantard, em 1188 o Priorado de Sião teria se separado dos Templários, passando a operar às escondidas, que Plantard chamou a esta separação "corte do olmo", tornando-se uma sociedade secreta da elite, enquanto os Templários foram violentamente atacados pelo rei francês Filipe IV, o Belo e pelo Papa Clemente V. Em 13 de Outubro de 1307, Filipe IV ordenou a prisão de todos os Cavaleiros Templários. Este evento deu origem à superstição do azar nas sextas-feiras 13. Na noite anterior à detenção, um número desconhecido de Cavaleiros teria partido de França com dezoito navios carregados com o lendário tesouro da Ordem. Uma parte desses navios teria aportado na Escócia e os Templários teriam se fundido em outros movimentos, fazendo sobreviver seus ideais ao longo dos séculos seguintes. Plantard tinha várias razões para escolher o nome "Priorado de Sião" para a sua organização. O seu fascínio pelo esoterista Paul Lecour, fundador do movimento Atlantis, fizera-o entusiasmar-se pela sugestão de Lecour, que recomendara que a juventude cristã francesa rejuvenescesse os ideais da Cavalaria, fundando "priorados" regionais. Perto da casa de Plantard, em Annemasse, ficava a colina do Monte-Sião, o que explica que Plantard chamasse ao seu priorado o "Priorado de Sião". Mas Plantard sabia que, escolhendo este nome, também ganharia a vantagem de poder aproveitar a história de organizações mais antigas. Plantard escolheu datar a fundação do seu Priorado de Sião em 1099, na Terra Santa, porque se inspirara na Abadia de Nossa Senhora do Monte Sião, uma congregação monacal do século XI. O Priorado de Sião era encabeçado por um Nautonnier, palavra francesa equivalente a Grão-Mestre na língua portuguesa. Outro fato polêmico referente ao Priorado de Sião era a sua liderança, que segundo Plantard seria conferida a grandes nomes da ciência e da cultura mundial. A lista mais provável dos líderes do Priorado de Sião, publicada por Plantard no documento Dossiers Secrets d'Henri Lobineau em 1967, é a seguinte: Um documento posterior chamado Le Cercle d'Ulysse identifica François Ducaud-Bourget, um padre católico tradicionalista que Plantard havia caracterizado como o Grão-Mestre após a morte de Cocteau. Plantard é posteriormente identificado como o próximo Grão-Mestre. Quando os supostos segredos da sociedade foram tidos como uma conspiração por pesquisadores franceses, Plantard manteve o silêncio. Durante a sua tentativa de recriar o Priorado de Sião em 1989, Plantard procurou distanciar-se da primeira lista de Grãos-Mestres e publicou uma segunda lista de Mestres. 
Enfim Galera...Atualmente O Código da Vinci, o romance mais popular de 2004, e os seus predecessores O Segredo dos Templários de Lynn Picknett e Clive Prince, e O Santo Graal e a Linhagem Sagrada, de Henry Lincoln, Michael Baigent e Richard Leigh, retomam todos esses temas e constroem teorias de especulação. Estas obras, apesar de populares, têm gerado fortes críticas por parte dos meios acadêmicos. Descendentes de Jesus ou não, o Prieuré de Sion é considerada a seita mais oculta e importante do Mundo Moderno. Vlw Galera ate.

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